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27 de Setembro de 2016, 07h:00 - A | A

POLÍTICA / RECURSO EMERGENCIAL

Senador vê dificuldades na liberação de R$ 7 bilhões, exigidos por Taques e 19 governadores

Um encontro entre os governadores e o presidente deverá ocorrer nos próximos dias para tentar resolver o impasse da falta de dinheiro em caixa.

RepórterMT

Senador diz que a saída é a parceria com a iniciativa privada

Senador diz que a saída é a parceria com a iniciativa privada

FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO



O senador de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PR) afirmou que o governador Pedro Taques (PSDB) deve encontrar dificuldades em conseguir, juntamente com outros 19 governadores, a liberação de R$ 7 bilhões da União como auxílio emergencial para os Estados. Fagundes argumenta que é necessário que exista um diálogo entre o presidente Michel Temer (PMDB) e os governadores, no sentido de buscarem juntos uma saída para a crise, que deve ser por meio de investimentos em parcerias com a iniciativa privada.

Fagundes ponderou que a tendência é que a crise econômica siga diminuindo com o passar do tempo, porém de forma lenta. De acordo com ele, até que investidores da iniciativa privada tenham segurança jurídica sobre o país não serão realizados grandes investimentos, fato que pode segurar ainda mais o crescimento econômico e a volta do equilíbrio financeiro em Mato Grosso.

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“Nenhum investimento chegou. Após as eleições, o governo de Temer vai ter que buscar junto com o Congresso Nacional uma saída para saber o que fazer”, disse.

“Nós tivemos uma troca de governo recente e isso traz insegurança para o investidor. O que precisa agora é muito diálogo. Não adianta pressionar o governo federal. O governo não terá a solução se não for por meio do diálogo de buscar aumentar a eficiência da gestão pública federal, estadual e municipal e principalmente investimentos, caso contrário não terá o recurso”, comentou Fagundes.

O senador disse ainda que existe uma gama de investidores que estão na “expectativa” de poder investir no país, mas “enquanto não houver confiabilidade, não haverá injeção de dinheiro”. “Nenhum investimento chegou. Após as eleições, o governo de Temer vai ter que buscar junto com o Congresso Nacional uma saída para saber o que fazer”, disse.

"Não adianta pressionar o governo federal. O governo não terá a solução se não for por meio do diálogo de buscar aumentar a eficiência da gestão pública federal, estadual e municipal e principalmente investimentos, caso contrário não terá o recurso”, comentou Fagundes.

CARTA A TEMER

Na semana passada o governador Pedro Taques assinou junto com 19 governadores uma carta endereçada ao presidente Michel Temer solicitando uma ajuda financeira no valor de R$ 7 bilhões, dos quais R$ 500 milhões seriam para o Estado de Mato Grosso. Para pressionar o governo federal a fazer o repasse, os governadores deram a entender que um decreto de calamidade pública poderia ser feito pelos gestores das unidades federativas.

“Em 2015 e também em 2016 os Estados adotaram medidas drásticas, reduziram despesas e conseguiram economizar. Mas a queda da receita, especialmente o FPE e recursos dos Estados não liberado pela União, como os recursos previstos na Lei Kandir de 2014 provisionado para pagamento este ano (compensação do ICMS das Exportações, não cobrados pelos Estados para incentivar mais exportação), novos incentivos da União reduzindo IPI e IRPJ e subida automática de preços de energia, comunicação, combustível etc engoliram todo este esforço”, diz trecho da carta.

Um encontro entre os governadores e o presidente deverá ocorrer nos próximos dias para tentarem resolver o impasse da falta de dinheiro em caixa.    

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PEDRO P. 27/09/2016

TEM QUE IR TOMAR BENÇÃO DO TIO BEZERRA, PEDRO TAQUES!!!!! TÁ CHAMANDO O PMDB DE LADRÃO E AINDA QUER DINHEIRO???????????

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Morcego 27/09/2016

Governo Federal criando dificuldades para vender facilidades. Nada mudou, o povo mesmo é que se lasque.

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Gilstinho 27/09/2016

Publico e notório que o Pedro Taques lutou pra derrubar a Dilma presidente e isso Temer sabe desta luta, ai ele Temer, deve ficar com pé atrás com o governador, ja que Temer, tava junto com Dilma, e o Brasil esta nesta situação por gestão dos dos ou, da chapa Temer e Dilma.

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3 comentários