FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO
O nome que está sendo mais cotado dentro do PSD para alçar uma candidatura ao Senado Federal em 2018 é o do presidente da legenda em Mato Grosso e vice-governador, Carlos Fávaro, conforme adiantou o deputado estadual Gilmar Fabris. A articulação de alguns da sigla, como o parlamentar, revela que as conversas já vem sendo costuradas a partir das eleições deste ano com definições, inclusive, para que uma eventual reeleição do governador Pedro Taques (PSDB) outro nome da agremiação componha sua vice-governadoria, caso se consolide a ideia.
"Nós ainda queremos fazer mais pela população e temos nomes para isso. Por exemplo, o vice-governador, que poderá sair como candidato ao Senado em 2018. Temos nomes para isso”, adiantou Fabris
“Nosso grupo está forte. Nós temos um grupo que saiu fortalecido das eleições municipais, pois trabalhamos duro para isso. Nós ainda queremos fazer mais pela população e temos nomes para isso. Por exemplo, o vice-governador, que poderá sair como candidato ao Senado em 2018. Temos nomes para isso”, adiantou Fabris durante entrevista coletiva da sigla, ocorrida nesta terça-feira (4), em Cuiabá.
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De acordo com Fabris, Jayme disse na oportunidade que aceitaria ficar na suplência de Fávaro, caso se confirme a intenção.
O deputado ainda revelou que já esteve em conversas com o ex-senador Jayme Campos (DEM), outro principal nome do grupo aiado com forças para alcançar o Senado Federal, que adiantou que não tem o interesse de sair candidato no próximo pleito. De acordo com Fabris, Jayme disse na oportunidade que aceitaria ficar na suplência de Fávaro, caso se confirme a intenção.
Fávaro disse que ainda é muito cedo para avaliar a questão, mas confirma que seu nome está à disposição do PSD. “Eu sou um soldado do partido e meu nome está aí para ser avaliado. Claro que estou dentro de um projeto maior, um compromisso maior que é o de ser vice-governador, e não vou abrir mão disso. Mas meu nome está à disposição, assim como de vários outros”, disse à reportagem, após a revelar que o PSD conseguiu eleger 24 prefeitos no Estado, além de 16 vices.
“Eu sou um soldado do partido e meu nome está aí para ser avaliado. Claro que estou dentro de um projeto maior, um compromisso maior que é o de ser vice-governador, e não vou abrir mão disso", disse Fávaro.
Sobre ter colocado seu nome à disposição, além de outros fatores que podem gerar atrito com o governador, como o PSD ter vencido as eleições em Lucas do Rio Verde com Luiz Binotti sobre o candidato apoiado por Taques, Otaviano Pivetta, o vice-governador acredita que não sofrerá resistência do chefe do Executivo em relação a repasses financeiros para os municípios vencidos pela sigla e futuros apoios.
“Acredito que não teremos nenhuma resistência do governo tanto por ter sido cogitado o meu nome para senador, que acredito ser por um pouco de empolgação nesse momento, quanto por ter vencido em algumas cidades do interior”, disse o vice-governador. Recentemente o secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, comentou que o único que o governador teria confiança para destinar verbas para a saúde de Cuiabá era o candidato à Prefeito Wilson Santos (PSDB), em alusão que os demais poderiam desviar os repasses.















Marcos 04/10/2016
Caros amigos e o senador Medeiros que veio para PSD com a promessa de ser o candidato a senador pelo partido fica como nesta belíssima articulação ?
1 comentários