Reprodução

Presidente do Novo relata dificuldades com gráfica, recursos, logística e comunicação durante a campanha.
DO REPÓRTERMT
O presidente estadual do Novo, Rafael Iacovacci, revelou nesta quarta-feira (23) que o PL repassou apenas metade dos recursos prometidos aos candidatos da sigla na aliança que apoia Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso. Segundo ele, o acordo previa entre R$ 2 milhões e R$ 2,5 milhões. Apesar do atraso e das reclamações internas, ele negou que o partido cogite romper com o candidato.
“Estava girando em torno de dois, dois e meio. E havia se repassado metade disso”, afirmou em coletiva de imprensa, ao ser questionado sobre os valores prometidos.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
Iacovacci reconheceu que os problemas provocaram cobranças dos próprios candidatos. No vídeo, ele relata dificuldades com gráfica, recursos, logística e comunicação durante a campanha.
Leia mais:
Novo anuncia que candidatos a deputado romperam aliança com Wellington Fagundes e José Medeiros
Após racha, PL reafirma apoio dos candidatos do Novo à eleição de Wellington Fagundes e descarta debandada
“Por conta desses imprevistos, nós somos pressionados pelos próprios candidatos. E é dever nosso da diretoria sempre deixar muito às claras o que está ocorrendo”, declarou.
Segundo o dirigente, a situação foi discutida na semana passada em uma reunião com candidatos e o presidente estadual do PL, Ananias Filho. Apesar do compromisso de regularização, os problemas ainda não haviam sido totalmente resolvidos.
“Não concretizou 100%, mas está em andamento”, disse. Na gravação, Iacovacci afirma que espera concluir os entraves, principalmente os relacionados à gráfica, até sexta-feira (25).
Mesmo diante da insatisfação, ele sustentou que o Novo mantém o apoio à eleição de Wellington e do candidato a vice, Reinaldo Morais, o Rei do Porco (Novo).
“Se nós fizemos uma coligação, não é uma coligação por conveniência”, afirmou.
Sobre os pedidos para que candidatos pudessem conduzir a campanha de forma independente, Iacovacci disse que apenas dois dos 34 integrantes da chapa fizeram essa solicitação. Conforme o presidente, os dois já haviam manifestado essa intenção antes da formalização da aliança.
Iacovacci também negou boicote do PL e uma debandada dos candidatos do Novo. Ele atribuiu as reclamações a uma minoria, principalmente entre os que fazem campanha no interior e se sentem distantes da coordenação.
“Às vezes não se sentem tão amparados e bate o desespero. Nós tivemos alguns imprevistos, mas a gente tentou contornar da melhor forma”, disse.
O presidente descartou a liberação dos candidatos para seguir de forma independente e afirmou que o Novo não cogita expulsar filiados em razão das divergências.
Racha
Recentemene candidatos do Novo chegarama pedir o rompimento com a campanha de Wellington Fagundes (PL). Uma nota foi emitida expondo oo racha e foi assinada pelo próprio presidente do Novo.
Diante da repercussão negativa houve a reunião com o PL em que foi tratado sobre os repasses atrasados e em seguida foi divulgado que a aliança estava mantida.
Veja vídeo:














