FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO
Diante do corte de R$ 300 milhões em recursos a serem aplicados na saúde em 2017, conforme prevê o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) em comparação com o de 2016, o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), afirmou que já conversou com o secretário de Estado de Planejamento Gustavo Oliveira, para remanejar recursos de outras áreas para atender as demandas da saúde em todo o estado.
“Conversei com ele [Gustavo Oliveira] que era quem estava responsável pela elaboração das planilhas. Nós precisamos estudar como contornar o problema”, disse Dal Bosco ao comentar que ele mesmo considerou o valor extremamente baixo no orçamento de 2017
O setor, que sempre é alvo de polêmica, vem sofrendo com a falta de repasses que poderá ser agravado a partir do ano que vem na manutenção de hospitais e conclusão da obra do novo Pronto Socorro.
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"Assim, é impossível pensar em novos investimentos e construção de hospitais. O governo precisa criar condições para a manutenção dos serviços que deveriam ser oferecidos antes de pensar em novos empreendimentos”, criticou Fraga.
A peça orçamentária, que chegou para ser votada na Assembleia Legislativa esta semana, prevê que os repasses sejam na ordem de R$ 1,5 bilhão, no setor, para o próximo ano, enquanto que o estimado em gastos chega a R$ 1,8 bilhão.
“Conversei com ele [Gustavo Oliveira] que era quem estava responsável pela elaboração das planilhas. Nós precisamos estudar como contornar o problema”, disse Dal Bosco ao comentar que ele mesmo considerou o valor extremamente baixo no orçamento de 2017, fazendo com que o setor possa enfrentar dificuldades no ano que vem.
Durante a sessão ordinária, ocorrida na última terça-feira (4), o deputado Zé Domingos Fraga (PSD) argumentou que os problemas virão em 2017, caso a LOA seja aprovada conforme a proposta do governo, que prevê um aumento de 8% nos investimentos em saúde, em comparação com a LOA 2016.
“Atualmente a receita ideal para a saúde seria de, no mínimo, R$ 1,8 bilhão, e o governo previu R$ 1,5 bilhão para o ano que vem. Assim, é impossível pensar em novos investimentos e construção de hospitais. O governo precisa criar condições para a manutenção dos serviços que deveriam ser oferecidos antes de pensar em novos empreendimentos”, criticou Fraga.
Na ocasião, o líder do governo chegou reconhecer que a situação da saúde exige cuidados. “O governador Pedro Taques assumiu o governo com déficit que superava R$ 1,5 bilhão, incluindo os repasses atrasados aos hospitais. Agora é o momento de achar um caminho”, enfatizou.
Dal Bosco salientou que o maior entrave até agora é descobrir de onde irá remanejar R$ 300 milhões para ser aplicado na saúde. “De qual pasta poderemos fazer isso que é o problema, pois com o aperto de cinto do Estado diminuiu os valor para quase todas as secretarias”, completou.















José 07/10/2016
De imediato dá para aportar esse recurso de 300 milhões, a solução é simples e fácil, acabar com a AL e secretários de governo, colocar servidores de carreira/concursados para ocupar seus lugares e a economia será enorme. A nível de prefeitura a mesma coisa acabar com a câmara de vereadores e secretarias serem ocupadas por servidores de carreira/concursados, a solução esta ai e só ter coragem, mantendo o Governador e o Prefeito. O que esta ai não funciona mais, outra solução á a nível federal, eleições on-line, acabar com o TRE.
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