FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO
O novo líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), voltou a defender o posicionameto do chefe do Executivo, de que a reforma administrativa, que prevê redução de Secretarias e corte de cargos comissionados, fique para depois das eleições municipais deste ano. “Para que não ocorra nenhum embate, eu comentei com Taques que seria melhor deixar a reforma para depois das eleições”, disse.
Dal Bosco, que assumiu a função, em substituição ao deputado Wilson Santos (PSDB), que deixou o posto para se dedicar à campanha de prefeito, tem a missão de conduzir a base governista a votar em projetos importantes para o governo, como a reforma administrativa, e pontua que não teme ficar desgastado com o novo cargo.
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“Se todos nós tivéssemos votado pela não aprovação da mensagem os servidores teriam zero de aumento”, defendeu.
O deputado frisou que o desgaste que o antigo líder, deputado Wilson Santos (PSDB), teve em relação à Revisão Geral Anual (RGA) foi por conta da forma que foi apresentado o projeto de parcelamento aos servidores públicos. Segundo ele, caso não houvesse a proposta feita pelo governo de pagar 7,54% dos 11,28%, que os servidores teriam direito, todos iriam ficar sem nada. “Se todos nós tivéssemos votado pela não aprovação da mensagem os servidores teriam zero de aumento”, defendeu.
O novo líder ainda defendeu que graças à Assembleia que se alcançou o percentual de 7,54%. “A princípio era zero de aumento que foi proposto igual a outros Estados e depois o governo veio com uma oferta de 6%. Depois disso, nós conseguimos avançar para chegar aos 7,54%”, disse.
LIDERANÇA
Dilmar deve realizar o convite para que o deputado Leonardo Albuquerque (PSD) assuma novamente o posto de vice-líder do chefe do Executivo, Pedro Taques (PSDB) no Parlamento estadual.
“Ele [Leonardo] havia oficializado a saída, mas estou aqui para convidar o deputado a retornar para a função. Foi um pedido que eu fiz para o governador”, disse à reportagem argumentando que ainda terá que conduzir projetos como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a Lei Orçamentária Anual (LOA), a reforma administrativa, a reforma tributária e o Refis (Programas de Parcelamentos de Débitos Tributários Federais).














