RepórterMT/Karine Arruda

Eleito para presidir a Câmara de Cuiabá, Ilde disse confiar nas investigações e se colocou à disposição das autoridades.
DO REPÓRTERMT
O vereador por Cuiabá Ilde Taques (Podemos) negou envolvimento na eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande após sua defesa acessar a decisão que fundamentou a Operação Cathedra Venalis. Ele também atribuiu a um empréstimo pessoal os R$ 40 mil encontrados durante uma abordagem policial.
Segundo o parlamentar, o dinheiro seria destinado a despesas de uma obra em sua propriedade. A abordagem ocorreu quando deixava um almoço acompanhado do vereador cuiabano Alex Rodrigues (Podemos).
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Ilde afirmou que compareceu à confraternização a convite do vereador Dr. Miguel Júnior, seu amigo, e negou proximidade com o presidente do Legislativo várzea-grandense, Wanderley Cerqueira (MDB).
“Não tive e nem tenho qualquer ligação política, muito menos ilícita, com a eleição da Câmara de Várzea Grande”, declarou.
Conforme sua versão, a origem do dinheiro foi esclarecida aos policiais, que liberaram os dois. Ele também afirmou que não houve apreensões na abordagem nem durante a busca realizada na operação.
Eleito para presidir a Câmara de Cuiabá, Ilde disse confiar nas investigações e se colocou à disposição das autoridades.
Deflagrada na terça-feira (20), a operação apura suspeitas de compra de votos e negociação de vantagens indevidas na disputa pelo comando da Câmara de Várzea Grande. Ilde e Alex estão entre os vereadores investigados.


















