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Cuiabá, 29 de Agosto de 2025
29 de Agosto de 2025

29 de Agosto de 2025, 19h:48 - A | A

POLÍCIA / PRESO NA UFMT

Delegado acredita que maníaco estava atrás de mais vítimas

Segundo Bruno Abreu, o histórico do criminoso mostra que ele age sempre contra mulheres em situação de vulnerabilidade

GUSTAVO CASTRO
DO REPÓRTERMT



A Polícia Civil acredita que Reyvan da Silva Carvalho, de 30 anos, preso nesta sexta-feira (29) pelo estupro e assassinato de Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos, pretendia fazer novas vítimas dentro da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. Ele foi encontrado pela equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) circulando no próprio campus da instituição.

Segundo o delegado Bruno Abreu, o histórico do criminoso mostra que ele age sempre contra mulheres em situação de vulnerabilidade.

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Hoje estava na UFMT, provavelmente atrás de outra vítima, e eu digo que há uma grande probabilidade de encontrarmos novas vítimas de estupro ou até de homicídio após essa prisão”, afirmou.

Leia mais - Criminoso em série já tinha estuprado e matado três vítimas

Solange, encontrada morta em 24 de julho em uma área desativada da Associação Atlética Master, dentro da universidade, havia sido diagnosticada com esquizofrenia. De acordo com a polícia, Reyvan também já atacou uma mulher grávida de seis meses, além de ser apontado como autor de outros dois estupros e um feminicídio ocorridos entre 2020 e 2022, todos contra mulheres indefesas.

A identificação do criminoso foi possível após exame de DNA feito em uma bituca de cigarro deixada perto do corpo de Solange, que confirmou sua ligação com os outros crimes.

Apontado como estuprador em série, Reyvan foi levado para a DHPP, onde negou os fatos. Ele teve prisão temporária decretada e será submetido a audiência de custódia.

O perfil dele é claro: mulheres vulneráveis. Age sozinho, com faca, e quando não consegue consumar o estupro, mata. É um predador sexual”, reforçou o delegado.

Conforme noticiou o RepórterMT, Solange Aparecida Sobrinho, 52, foi encontrada morta no campus da UFMT, no dia 24 de julho deste ano. O corpo estava na sede da antiga associação Master, próximo da avenida Arquimedes Pereira Lima, área aberta e utilizada como ponto de encontro para usuários de drogas. A vítima vestia apenas um sutiã e apresentava marcas de esganadura no pescoço.

Um vídeo de câmera de segurança gravado na tarde do dia 23 de julho, um dia antes, mostra Solange andando próximo ao Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), da Universidade Federal. Por volta das 15h20, a vítima passa em frente ao prédio do ICHS com uma camiseta vermelha, um lenço na cabeça e uma bolsa.

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