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Elielson Gonçalves Vieira foi preso nesta quinta-feira (8), em Cuiabá, durante a Operação Fio, da Polícia Civil
DO REPÓRTERMT
O cabeleireiro Elielson Gonçalves Vieira, conhecido na capital como o "cabeleireiro das estrelas", teve a sua prisão mantida pela juíza do Núcleo do Juiz de Garantias, Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima após passar por audiência de custódia.
Ele foi um dos alvos capturados nas primeiras horas da manhã de hoje (8) durante a Operação Fio, deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil para desarticular um grupo investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
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Com a decisão judicial de conversão da captura em prisão preventiva após a passagem pela custódia, Elielson permanece preso.
Elielson já foi preso outras vezes por tráfico e já chegou a ser condenado, em 2015, a 6 anos, 3 meses e 25 dias em regime fechado.
A última prisão do cabeleireiro ocorreu em setembro do ano passado, quando a polícia encontrou cerca de 550 gramas de skunk, a supermaconha, avaliada em cerca de R$ 16,5 mil.
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Outro alvo da Operação Fio é Hebert Felipe de Almeira Vieira, que sofreu uma tentativa de homicídio em um hotel em Várzea Grande no dia 11 de agosto deste ano. Após o atentado, ele fugiu e foi preso nesta quinta-feira em Santos (SP). A polícia investiga se a tentativa de homicídio está relacionada com os crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro apurados na Operação Fio.
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De acordo com a Polícia Civil, ao longo das investigações, foram reunidos elementos que indicam a participação dos investigados no tráfico de drogas e indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada por eles.
Além disso, a polícia suspeita de possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.
Ao todo, a Polícia Civil cumpre nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, com valores que variam entre R$ 300 mil e R$ 1,4 milhão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá. Os mandados são cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande, Mirassol D’Oeste e Santos (SP).
As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), e as ordens judiciais são cumpridas com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, da Delegacia de Mirassol d’Oeste e da Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).








