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Causa da morte consta na declaração de óbito, mas ainda não foi esclarecido se a asfixia teve origem natural ou externa.
EDUARDA FERNANDES, KARINE ARRUDA
DO REPÓRTERMT
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou que a causa da morte do bebê de 1 ano e 8 meses, ocorrida na noite de terça-feira (6), em Várzea Grande, foi asfixia. A informação consta na declaração de óbito da criança, que morreu após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Cristo Rei. A Polícia Civil também confirmou a instauração de um inquérito para investigar o caso.
Ao RepórterMT, a Politec explicou que a asfixia pode ser classificada tanto como morte por causa natural quanto por causa externa, dependendo das circunstâncias que provocaram o impedimento da respiração.
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Nos casos de origem natural, a asfixia pode decorrer de condições clínicas ou doenças que comprometem a capacidade de respirar. Já nos casos de causa externa, pode estar relacionada a fatores como obstrução das vias respiratórias por agentes externos, sufocamento ou compressão do pescoço, entre outras circunstâncias.
A Politec ressaltou, no entanto, que as duas classificações são distintas e que cada morte só pode ser enquadrada em uma delas, conforme a origem do evento.
Até o momento, não foi informado se a asfixia que provocou a morte da criança teve origem natural ou externa. A confirmação da causa da morte, portanto, não significa, por si só, que houve violência.
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Conforme noticiado anteriormente pelo RepórterMT, a criança deu entrada na UPA Cristo Rei com insuficiência respiratória aguda grave. O quadro clínico piorou e evoluiu para uma parada cardiorrespiratória. A equipe médica realizou manobras de reanimação, mas o bebê não resistiu.
A ocorrência foi registrada por volta das 22h47. Familiares levantaram a suspeita de que a criança pudesse ter sofrido violência física, motivo pelo qual o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames periciais.
A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada para acompanhar a ocorrência de liberação do corpo no Hospital Universitário Júlio Müller.
Com a instauração do inquérito, a Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias da morte e verificar se houve participação de terceiros. Até agora, não há confirmação de que a criança tenha sido vítima de agressão.
O caso segue sob investigação.








