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17 de Setembro de 2026

22 de Julho de 2026, 16h:00 - A | A

POLÍCIA / CASO ZAMPIERI

Acusados de matar advogado vão a júri popular na próxima terça em Cuiabá

Trio é acusado de homicídio triplamente qualificado, cometido contra o advogado em dezembro de 2023, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá.

Repórter MT

Os três réus permanecem presos preventivamente.

Os três réus permanecem presos preventivamente.

EDUARDA FERNANDES
DO REPÓRTERMT



Os três acusados de envolvimento no assassinato do advogado Roberto Zampieri serão julgados pelo Tribunal do Júri de Cuiabá na próxima terça-feira (28), às 9h. A sessão foi marcada pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, presidente do Tribunal do Júri da Capital, em decisão proferida em maio, que se tornou pública após a retirada do sigilo do processo nessa terça-feira (21).

Respondem pelo crime Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Eles são acusados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) de homicídio triplamente qualificado, cometido contra o advogado em dezembro de 2023, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá.

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A denúncia aponta que Antônio Gomes teria efetuado os disparos contra Zampieri. Etevaldo Caçadini teria sido o responsável pela suposta promessa de recompensa para a execução do crime. Conforme os autos, a denúncia narra que o pagamento teria sido de R$ 40 mil. E Hedilerson é acusado de intermediar a ação entre Caçadini e o executor. 

A decisão que marcou o julgamento destaca que o processo passou pela fase de instrução, com depoimentos de testemunhas de acusação e defesa, além dos interrogatórios dos réus. Após a pronúncia dos acusados ao Tribunal do Júri, as defesas chegaram a recorrer, mas desistiram dos recursos, permitindo o prosseguimento para o julgamento popular.

Os três réus permanecem presos preventivamente.

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O crime

Roberto Zampieri foi morto a tiros no dia 5 de dezembro de 2023, quando estava próximo ao escritório onde trabalhava, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá.

Segundo a denúncia apresentada pelo MPMT e aceita pela Justiça, o assassinato teria sido cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com recurso que dificultou a defesa da vítima e uso de arma de fogo de uso restrito.

O processo também envolve uma investigação complementar sobre possíveis mandantes do crime, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Cristiano Zanin.

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