VINÍCIUS ANTÔNIO
DO REPÓRTERMT
Um bebê de 2 meses morreu na manhã dessa terça-feira (15), em Sapezal (a 499 km de Cuiabá). A criança estava sob os cuidados de uma babá enquanto a mãe trabalhava e foi encaminhada ao Hospital Santa Marcelina, onde deu entrada sem vida.
Inicialmente, havia a suspeita de que a morte tivesse sido causada por engasgo. No entanto, segundo o delegado da Polícia Civil Hugo Montenegro, a necropsia apontou como causa a síndrome da morte súbita infantil.
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Conforme as informações iniciais repassadas à Polícia Civil, a babá relatou que o bebê acordou por volta das 2h40 e tomou uma mamadeira. Em seguida, a criança foi colocada para arrotar e voltou a dormir.
Por volta das 6h, a cuidadora foi verificar o bebê e percebeu que ele não respirava. O socorro foi acionado e a criança encaminhada ao hospital.
“A Polícia Civil foi acionada para apurar as circunstâncias desse óbito. A princípio, essa criança estava na casa de uma cuidadora, a mãe trabalhava e deixava sob os cuidados da cuidadora”, explicou o delegado Hugo Montenegro.
No hospital, a equipe realizou procedimentos para tentar reanimar o bebê. Conforme as informações repassadas pela Polícia Civil, uma quantidade considerável de leite foi aspirada das vias aéreas da criança, o que inicialmente levantou a possibilidade de engasgo.
A Polícia Civil instaurou procedimento para esclarecer as circunstâncias da morte, e o corpo foi submetido a exames periciais e necropsia. De acordo com Montenegro, o resultado afastou a hipótese inicial de engasgo.
“Este caso em específico foi tratado inicialmente como um engasgo, poderia tratar-se de um engasgo, mas, segundo os exames periciais, a criança não morreu engasgada”, afirmou.
Segundo o delegado, a perícia concluiu que a causa da morte foi a síndrome da morte súbita infantil. “Após as perícias, constatou que ela morreu de uma síndrome, síndrome da morte súbita infantil”, disse Montenegro.
O delegado acrescentou que, conforme informações recebidas do médico-legista, esse tipo de ocorrência pode atingir principalmente crianças entre 2 e 4 meses de idade. Montenegro classificou o episódio como uma “fatalidade”.
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