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16 de Setembro de 2026

16 de Setembro de 2026, 17h:21 - A | A

POLÍCIA / CASO É INVESTIGADO

Bebê de 2 meses morre enquanto estava sob cuidados de babá em Sapezal

Criança foi encontrada sem respirar pela cuidadora; suspeita inicial de engasgo foi descartada após exames periciais.

Reprodução

Samu foi acionado, mas criança já estava sem vida.

Samu foi acionado, mas criança já estava sem vida.

VINÍCIUS ANTÔNIO
DO REPÓRTERMT



Um bebê de 2 meses morreu na manhã dessa terça-feira (15), em Sapezal (a 499 km de Cuiabá). A criança estava sob os cuidados de uma babá enquanto a mãe trabalhava e foi encaminhada ao Hospital Santa Marcelina, onde deu entrada sem vida.

Inicialmente, havia a suspeita de que a morte tivesse sido causada por engasgo. No entanto, segundo o delegado da Polícia Civil Hugo Montenegro, a necropsia apontou como causa a síndrome da morte súbita infantil.

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Conforme as informações iniciais repassadas à Polícia Civil, a babá relatou que o bebê acordou por volta das 2h40 e tomou uma mamadeira. Em seguida, a criança foi colocada para arrotar e voltou a dormir.

Por volta das 6h, a cuidadora foi verificar o bebê e percebeu que ele não respirava. O socorro foi acionado e a criança encaminhada ao hospital.

A Polícia Civil foi acionada para apurar as circunstâncias desse óbito. A princípio, essa criança estava na casa de uma cuidadora, a mãe trabalhava e deixava sob os cuidados da cuidadora”, explicou o delegado Hugo Montenegro.

No hospital, a equipe realizou procedimentos para tentar reanimar o bebê. Conforme as informações repassadas pela Polícia Civil, uma quantidade considerável de leite foi aspirada das vias aéreas da criança, o que inicialmente levantou a possibilidade de engasgo.

A Polícia Civil instaurou procedimento para esclarecer as circunstâncias da morte, e o corpo foi submetido a exames periciais e necropsia. De acordo com Montenegro, o resultado afastou a hipótese inicial de engasgo.

Este caso em específico foi tratado inicialmente como um engasgo, poderia tratar-se de um engasgo, mas, segundo os exames periciais, a criança não morreu engasgada”, afirmou.

Segundo o delegado, a perícia concluiu que a causa da morte foi a síndrome da morte súbita infantil. “Após as perícias, constatou que ela morreu de uma síndrome, síndrome da morte súbita infantil”, disse Montenegro.

O delegado acrescentou que, conforme informações recebidas do médico-legista, esse tipo de ocorrência pode atingir principalmente crianças entre 2 e 4 meses de idade. Montenegro classificou o episódio como uma “fatalidade”.

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