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29 de Agosto de 2022, 07h:00 - A | A

PODERES / DISTRIBUIÇÃO PELO SUS

Wilson cria emenda para garantir medicamentos à base de canabidiol em 2023

Na quarta-feira (24), a Assembleia Legislativa derrubou o veto e garantiu a criação da lei que permite a distribuição pelo SUS.

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Wilson Santos foi autor da proposta, que deverá se tornar lei nos próximos dias

Wilson Santos foi autor da proposta, que deverá se tornar lei nos próximos dias

DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTER MT



O deputado estadual Wilson Santos (PSD) afirmou que já está preparando uma emenda para ser inserida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, com o objetivo de garantir recurso ao Governo do Estado para a aquisição dos medicamentos feitos à base de canabidiol, para serem distribuídos pelo SUS.

A expectativa, é que os remédios já estejam nas prateleiras das Unidades Básicas de Saúde do Estado já no primeiro semestre do ano que vem.

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Por 16 votos a seis, a Assembleia Legislativa derrubou o veto do governador Mauro Mendes (União Brasil) ao projeto de lei que autoriza a distribuição pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado.

"Nos próximos dias será lei e já vou fazer uma emenda ao orçamento do ano que vem, junto a Secretaria de Saúde para que garanta os recursos necessários para adquirir os primeiros lotes do remédio a base do canabidiol já para 2023”, declarou.

Quando vetou o projeto, o governador havia afirmado que a PL era inconstitucional e que o Parlamento Estadual não poderia ficar criando gastos para o Estado.

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Agora com a derrubada do veto, Wilson que foi o autor da matéria, espera que o Governo não entre com recurso na Justiça para barrar a criação da nova lei.

"Espero que o Executivo não recorra, não é momento disso. Isso (medicação) já está comprovado cientificamente e constatado que são os únicos remédios mundialmente, que surtem bons efeitos no combate a dezenas de doenças”, disse.

"O Governo nunca teve tanto recurso como agora. O Estado tem um superávit impressionante, houve um excesso de arrecadação super importante e se tem uma coisa que o estado não pode alegar é falta de recurso financeiro para adquirir os remédios”, emendou.

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