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Fagundes destaca que o momento é de muito diálogo e paciência para formar as chapas que disputaram as eleições proporcionais (deputados estaduais e federais) e majoritárias (Governo e Senado).
MARCIO CAMILO
DA REDAÇÃO
O senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao Governo do Estado, minimizou as declarações do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), que disse que irá apoiar o ex-governador Jayme Campos (DEM) ao Senado.
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“Eu penso que o prefeito Emanuel falou isso na linha de atrair o DEM, para que a gente pudesse dar mais robustez a essa coligação. Entendo que com o DEM, a gente poderia conversar”, destacou Fagundes.
Na leitura do republicano, a fala do prefeito foi estratégica, mais no sentido de atrair o Democratas para o arco de aliança atualmente formado pelo PR, PTB, PP e PC do B. O grupo busca dar musculatura à pré-candidatura de Fagundes ao Governo.
“Eu penso que o prefeito Emanuel falou isso muito na linha de atrair o DEM, para que a gente pudesse dar mais robustez à essa coligação. Entendo que com o DEM, a gente poderia conversar”, destacou Fagundes.
Recentemente, Emanuel declarou apoio a Jayme e disse que a decisão independe da posição do partido no pleito deste ano.
“Ele tem a cara da Baixada Cuiabana. Independente das coligações que vierem, eu quero apoiá-lo ao Senado”, frisou o gestor em entrevista à imprensa nesta terça-feira (26).
A fala do prefeito causou certo mal estar entre republicanos e emedebista. Isso porque o Democratas traça um projeto próprio visando as eleições majoritárias de Governo e Senado para este ano.
“Agora é a hora da engenharia política e na engenharia política a gente tem que ter muita cautela para que possa formar uma boa composição", afirmou o pré-candidato.
Fagundes, no entanto, destaca que o momento é de muito diálogo e paciência para formar as chapas que disputaram as eleições proporcionais (deputados estaduais e federais) e majoritárias (Governo e Senado).
“Agora é a hora da engenharia política e na engenharia política a gente tem que ter muita cautela para que possa formar uma boa composição. Eu sempre tenho dito que queremos uma aliança que traga confiança à população. Até a formação dela, nós tenhamos equilíbrio suficiente para fazer a composição. E isso será o grande sinalizador para exercer o mandato”.
Ainda sobre os espaços dos partidos na composição da chapa, quem tem mais possibilidade de indicação dos nomes é o MDB, que inclusive deve indicar o nome do candidato a vice-governador.
“Os candidatos para compor ainda não temos definição, vamos conversar ainda. O MDB pode ter um candidato a senador, a vice-governador, a suplente. O espaço para o MDB é certeza que tem que ser reservado”, frisou o Senador.
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