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09 de Novembro de 2017, 18h:05 - A | A

PODERES / POR FALTA DE PROVAS

Tribunal de Justiça inocenta chefe da Casa Civil em processo por fraude em licitação

No processo, Russi era acusado de montar um esquema para fraudar uma licitação em favor da empresa Viva Publicidade Ltda quando era prefeito de Jaciara.

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A denúncia foi feita em 2005, quando Max Russi era prefeito de Jaciara.

A denúncia foi feita em 2005, quando Max Russi era prefeito de Jaciara.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



O secretário-chefe da Casa Civil do Estado, Max Russi, foi absolvido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, na tarde desta quinta-feira (9), em um processo por direcionamento de licitação referente ao ano de 2005, quando ainda era prefeito de Jaciara (localizado a 140 ao Sul de Cuiabá).

De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), em abril de 2005, Russi montou um esquema com a participação de outros servidores do Município para fraudar uma licitação em favor da empresa Viva Publicidade Ltda, no qual um dos sócios era Marcelo Ivan Klein – apontado como amigo pessoal do então prefeito.

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No entanto, o desembargador Pedro Sakamoto, relator do processo, determinou a absolvição de Max por falta de provas, já que à época, o prefeito apenas homologou o resultado do certame.

Além disso, o magistrado destacou que o próprio autor da denúncia, então vereador José Pires, afirmou que não tinha informação probatória das supostas fraudes e, por isso, apenas pediu providências sobre o caso para o Ministério Público.

O voto de Sakamoto foi acompanhado pelos desembargadores Maria Helena Póvoas, João Ferreira e Nilza Maria.

Em agosto, 13 dos 30 desembargadores do TJMT votaram por absolver Max Russi. O julgamento, no entanto, foi adiado em razão do pedido de vistas formulado pelos desembargadores Luiz Carlos da Costa e Maria Erotides.

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