Divulgação/Câmara VG

Wanderley Cerqueira (MDB) confirmou buscas em seu escritório e questionou a atuação do Gaeco.
DO REPÓRTERMT
O presidente da Câmara de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), tentou colocar sob desconfiança o trabalho dos investigadores após ser alvo da Operação Cathedra Venalis, nesta terça-feira (20). O vereador confirmou buscas em seu escritório e, embora alegasse desconhecer o conteúdo da apuração, já tinha uma avaliação pronta: achava tudo “muito estranho”.
“Eu desconheço a operação e eu acho muito estranho”, declarou. A contradição está na própria frase: falta conhecimento sobre a investigação, mas sobra disposição para lançar dúvidas sobre ela.
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Para justificar a reação, Wanderley citou supostas denúncias contra a Prefeitura. Primeiro, mencionou mais de 30; depois, afirmou acreditar que seriam mais de 50. Não detalhou quais. Negou, ainda, que os agentes tivessem realizado buscas em sua residência ou em seu gabinete.
Como se eventuais irregularidades no Executivo servissem de resposta às suspeitas envolvendo o Legislativo.
O Gaeco apura suspeitas de corrupção relacionadas à Mesa Diretora e a possível atuação de uma organização criminosa. A operação envolve 30 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães.
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