DO REPÓRTERMT
Dos 23 vereadores de Várzea Grande, 13 são investigados por suspeita de corrupção. São 56,5% do Legislativo na mira do Gaeco. O número de alvos seria suficiente para formar maioria em plenário. Uma conta constrangedora para uma instituição que tem entre suas obrigações fiscalizar o uso do dinheiro público.
A Operação Cathedra Venalis, deflagrada nesta terça-feira (20), apura supostos pagamentos em troca de apoio na eleição da Mesa Diretora, além de repasses periódicos para comprar o silêncio sobre irregularidades.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
Em Várzea Grande, a relação de alvos inclui Wanderley Cerqueira (MDB), presidente da Câmara; Gisa Barros (Podemos); Rogerinho Dakar (PSDB); Cilço da Cruz (PV); Braz Jaciro (PSDB); Alecsand Moreira (MDB); Wender Madureira (Republicanos); Sargento Galibert (PSB); Dr. Miguel (Cidadania); Lucélia Oliveira (Agir); Kleberton Feitoza (PSB); Raul Curvo (Republicanos); e Enfermeiro Emerson (PP).
Em Cuiabá outros dois vereadores foram alvos da mesma operação,
Ilde Taques e Alex Rodrigues, ambos do Podemos.
Treze investigados em uma Casa de 23 cadeiras. O número dispensa exageros.



















