Karine Arruda/RepórterMT

Ilde acompanhou o cumprimento da ordem judicial e não apresentou resistência à atuação dos investigadores.
DO REPÓRTERMT
O vereador por Cuiabá Ilde Taques confirmou que foi alvo de um mandado de busca e apreensão em sua residência na manhã desta terça-feira (20), durante a Operação Cathedra Venalis, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Por meio de sua defesa, o parlamentar afirmou que colaborou com os agentes, mas ainda não teve acesso ao processo para se manifestar sobre o teor das investigações.
Em nota assinada pelo advogado Eduardo Mahon, a defesa informou que Ilde acompanhou o cumprimento da ordem judicial e não apresentou resistência à atuação dos investigadores.
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O documento também sustenta que os agentes “não encontraram qualquer elemento relevante que sugira relação com fatos irregulares”. A afirmação é da defesa do parlamentar.
“O vereador Ilde Taques ainda não teve acesso ao processo que tramita de forma sigilosa e, portanto, não pode adiantar declarações sobre o mérito das investigações”, diz outro trecho da nota.
A assessoria jurídica acrescentou que o vereador permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e seguirá normalmente com suas atividades parlamentares.
Conforme publicado pelo RepórterMT, a Operação Cathedra Venalis apura suspeitas de corrupção envolvendo a Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande e a possível atuação de uma organização criminosa em irregularidades na administração pública municipal.
Ao todo, a ação cumpre 30 mandados de busca e apreensão domiciliar, pessoal e veicular em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Entre os investigados estão 13 vereadores de Várzea Grande e dois da Capital. Além de Ilde, o vereador cuiabano Alex Rodrigues também está entre os alvos.


















