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Cuiabá, 22 de Julho de 2024
22 de Julho de 2024

01 de Dezembro de 2017, 17h:09 - A | A

PODERES / OPERAÇÃO DESCARRILHO

Silval e ex-Secopa serão ouvidos em março sobre esquema de propina no VLT

Neste processo, os réus são acusados de receber propina das construtoras responsáveis pela obra do Veículo Leve Sobre Trilhos na Grande Cuiabá na compra dos vagões.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



O juiz Ciro Arapiraca, da 1ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso, começa a ouvir no mês de março de 2018 os réus e testemunhas da Operação Descarrilho, entre eles o ex-governador Silval Barbosa (sem partido), o ex-secretário da extinta Secopa, Maurício Guimarães, além de um representante legal do Consórcio VLT Cuiabá.

Neste processo, que tem o ex-governador como delator, os réus são acusados de receber propina das construtoras responsáveis pela obra do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) na Grande Cuiabá, na compra dos vagões e na escolha do consórcio para executar obra.

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O juiz decidiu que para ouvir todos os envolvidos serão necessárias três as audiências. No dia 6, será a vez do delator da Operação Descarrilho, Silval Barbosa, Maurício Guimarães, e o representante consórcio, que ainda não tem representante definido.

Em 7 de março, às 13h30, serão interrogados os representantes das empresas Santa Bárbara Construções, CAF Brasil Indústria e Comércio, CR Almeida S/A, Magna Engenharia e Astep Engenharia, todos réus na ação.

Dia 13, no mesmo horário das demais, será a vez das testemunhas prestarem depoimento à Justiça. O engenheiro civil Jonathan de Almeida Nery será o primeiro. Ele foi indicado pelo Ministério Público Federal.

A pedido do juiz Ciro Arapiraca um equipamento de vídeo conferência será instalado na sala de audiência. O magistrado afirma que o equipamento é fundamental devido à quantidade de depoente

O magistrado ainda pede para que seja instalado um aparelho de vídeo conferência na sala de audiência, visto a quantidade de pessoas citadas no processo.

Investigação 

A Operação Descarrilho, da Polícia Federal, apura os crimes de fraude em procedimento licitatório, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais ocorrida durante a escolha do modal VLT e sua execução na em Cuiabá e Várzea Grande.

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