RepórterMT

Os vereadores não analisaram os pedidos de convocação de Riva e nem de acareação entre Silvio e Zanata.
RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), denominada de CPI do Paletó, marcou para o próximo dia 7 a oitiva do servidor da Assembleia Legislativa Valdecir de Almeida Cardoso. Na mesma reunião, os membros da comissão acompanharam o relatório da Procuradoria-Geral da Câmara e rejeitaram o pedido de afastamento do relator Adevair Cabral.
Valdecir foi responsável por instalar uma câmera na sala do ex-chefe de Gabinete na Gestão Silval Barbosa, Silvio Correa, que flagrou o prefeito Emanuel Pinheiro e outros deputados estaduais recebendo suposta propina referente a um “acordo”.
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Os vereadores também indeferiram o pedido de afastamento de Adevair Cabral porque, segundo a Procuradoria da Câmara, a solicitação não tem parecer legal.
Além destes dois requerimentos, os membros da CPI analisaram os pedidos aceitos relativos à entrega de cópias de atas, mídias de áudio ao deputado Oscar Bezerra (PSB). O parlamentar solicitou o depoimento do ex-governador Silval Barbosa, no último dia 21, após ter sido citado como um dos que o extorquiram durante a CPI das Obras da Copa, na Assembleia Legislativa. O deputado promete processar Silval por se chamado de falsa moralista.
Os parlamentares aprovaram um requerimento que determina que o ex-secretário Alan Zanatta forneça o áudio original de sua conversa gravada com Silvio César Correa. No total, foram analisados oito solicitações de vereadores e organizações sociais.
O ex-deputado José Geraldo Riva e o irmão do prefeito Emanuel Pinheiro, Marco Polo Pinheiro, o Popó, não foram analisados pelos vereadores porque há um acordo dentro da CPI que novas oitivas serão realizadas somente após o fim de cada fase.
“Nós iremos fazer uma nova reunião após a oitiva do Valdecir ou na sexta-feira na parte da manhã ou no período da tarde”, disse o presidente da CPI, Marcelo Bussiki.
No próximo encontro, a comissão também precisa decidir sobre um requerimento do vereador Diego Guimarães (PP) apresentou que solicita documentos fiscais e bancários relativos às atividades do ano de 2013 do Instituto Mark de Pesquisa. A empresa é de propriedade de Marco Polo Pinheiro, o Popó.
“É imprescindível, portanto, afastar qualquer dúvida sobre a veracidade do pagamento dessas supostas pesquisas no ano de 2013, uma vez que as declarações prestadas por testemunhas, que inclusive celebraram acordo de colaboração premiada com a MPF, estão sendo colocadas em xeque pela defesa do prefeito municipal”, declarou.













Rafael 01/03/2018
Tá aí pq os políticos gostam tanto de um paletó. Acabou mandruvazao! Vaza!!! Enxendo o paletó e o povo, bom... o povo, só precisa votar nessa corja. Vergonha!
1 comentários