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Conselheiro afastado do TCE, Sérgio Ricardo, foi proibido de entrar no órgão por decisão judicial.
DA REDAÇÃO
A defesa do conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Sérgio Ricardo, afirmou serem "mentirosas e infundadas" as alegações do conselheiro substituto, João Batista Camargo Júnior, que culminaram na decisão de proibição de entrada de Sérgio nas dependências do Tribunal. Segundo a defesa, o substituto estaria tentando "a todo custo" manter o conselheiro afastado da função.
A decisão foi tomada pela juíza da Vara de Ação Civil Pública, Célia Vidotti, sob argumento de que o conselheiro afastado estaria interferindo em seu ex-gabinete, prejudicando os trabalhos da equipe e constragendo o conselheiro substituto.
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Para o advogado Márcio Leandro Almeida, a decisão é absurda e argumentou que Sérgio Ricardo nunca interferiu ou decidiu nada, desde que foi afastado do TCE, em fevereiro deste ano.
“É um absurdo esta decisão da juíza, porque ela não ouviu o outro lado, nunca chamou o Sérgio para depor ou esclarecer tais fato. Não tem provas, nem testemunhas destes fatos, que são mentiras criadas pelo conselheiro substituto, no intuito de dificultar o retorno de Sérgio Ricardo ao cargo”, afirmou o advogado.
A defesa recorreu contra o impedimento do acesso de Sérgio Ricardo às dependências do TCE, com a alegação de que o conselheiro substituto poderia ter tomado outras medidas, caso quisesse resolver a situação.
“Ele [João Batista Camargo] agora tem poder de voto, julga as contas, tem mais prestígio e visibilidade, por isso, pretende, a todo custo, manter Sérgio Ricardo afastado. Se realmente tivesse acontecido algum problema como ele citou, era só ter procurado o presidente do TCE para solucionar a questão. Foi desnecessário recorrer ao Ministério Público e à Justiça”, concluiu Márcio.
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