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13 de Agosto de 2017, 17h:52 - A | A

PODERES / COMBATE AO NARCOTRÁFICO

Segurança na fronteira preocupa e Estados criam sistema integrado

O objetivo é o enfrentamento ao tráfico de drogas, crimes ambientais e conflitos agrários, além do contrabando de armas para o Brasil.

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Segundo o secretário Roger Jarbas medida vai funcionar a partir da criação de agências de inteligência, que se comunicarão através do sistema integrado.

Segundo o secretário Roger Jarbas medida vai funcionar a partir da criação de agências de inteligência, que se comunicarão através do sistema integrado.

CAMILA PAULINO
DA REDAÇÃO



Os Estados que compõem a Amazônia Legal decidiram criar um sistema de segurança integrado para combater os crimes na fronteira. O objetivo é o enfrentamento ao tráfico de drogas, crimes ambientais e conflitos agrários, além do contrabando de armas para o Brasil. 

"A partir de uma análise criminal nós teremos condições de realizar ações integradas. É uma integração entre os sistemas de segurança pública e todos Estados da Amazônia Legal. Estamos focados nas atividades de inteligência, no combate ao tráfico de drogas, de armas, homicídios e roubos. É um trabalho conjunto em todo estado da Amazônia Legal para melhorar a vida das pessoas que vivem nesta região”, explicou o secretário de Segurança Pública, Rogers Jarbas.

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A medida vai funcionar a partir da criação de agências de inteligência, em que trabalharão profissionais atuantes na segurança da área de fronteira. Conforme Jarbas, as agências se comunicarão através do sistema integrado.

"É uma integração entre os sistemas de segurança pública e todos Estados da Amazônia Legal. Estamos focados nas atividades de inteligência, no combate ao tráfico de drogas, de armas, homicídios e roubos", disse Jarbas.

“Com o setor de inteligência podemos fazer ações em conjunto. É uma integração entre os sistemas de segurança pública e todos Estados da Amazônia Legal”, comentou o secretário.

O governador Pedro Taques (PSDB) cobrou a necessidade de participação do Governo Federal no combate ao narcotráfico, principalmente na região de fronteira, reforçando a importância do compartilhamento de informações com os órgãos estaduais de segurança pública.

“Nós estamos preocupados com a segurança nas fronteiras, que é uma responsabilidade da União, mas os Estados não podem ficar ‘deitados’ esperando vir medidas do Governo Federal, por isso vamos cobrar”, disse.

Mato Grosso possui 750 km de fronteira com a Bolívia e o governador disse que dentro das iniciativas pode ser trazido para o Estado, o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) composto por oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica, para criar um sistema de monitoramento mais eficaz.

“As Secretarias de Segurança já estão pensando em uma alternativa, quem sabe trazer pra cá o Sisfron. É um avanço nas estratégias que estavam em debate e agora precisamos concretizar”, concluiu Taques.

As decisões foram tomadas durante o Fórum dos Governadores da Amazônia Legal.

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