RepórterMT

O promotor Clóvis de Almeida Júnior, do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco Cível), protocolou as ações na Vara de Ação Civil Pública e Popular.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O promotor Clóvis de Almeida Júnior, do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco Cível), revelou ao
, que pelo menos mais duas ações contra políticos flagrados em vídeos, recebendo suposta propina do ex-governador Silval Barbosa, devem ser protocoladas na Justiça esta semana.
Na segunda-feira (23), sete ações foram ajuizadas pedindo a indisponibilidade de bens e ressarcimento ao erário no valor de R$ 37 milhões contra o deputado federal Ezequiel Fonseca (PP), os deputados estaduais Baiano Filho (PSDB) e José Domingos Fraga (PSD), os ex-deputados Hermínio J. Barreto, Airton Português, Alexandre César e Antonio Azambuja, o ex-governador Silval Barbosa, o ex-chefe de gabinete dele, Silvio Corrêa, e os ex-secretários de Estado Valdísio Juliano Viriato, Maurício Guimarães e Vanice Marques.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
As ações vão tramitar na Vara de Ação Civil Pública e Popular sob sigilo, uma vez que houve a utilização e compartilhamento de informações e provas produzidas em processo judicial em trâmite perante o Supremo Tribunal Federal (STF).
Os parlamentares e ex-parlamentares foram filmados por Silvio Corrêa durante a distribuição de dinheiro. Também aparecem nas imagens os prefeitos de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), e de Juara, Luciane Bezerra (PV), e o deputado Gilmar Fabris (PSD).
De acordo com a delação de Silval, a cobrança de propina foi feita sob ameaça de que os deputados poderiam atrapalhar o andamento de obras do programa MT Integrado e da Copa do Mundo. Ficou acertado o pagamento de R$ 600 mil em 12 parcelas para cada parlamentar.
Silval também contou que a propina tinha origem nos desvios do programa MT Integrado e era paga em parcelas de R$ 50 mil, conforme os repasses feitos pelos empresários responsáveis pelas obras de asfaltamento.
O ex-deputado José Riva confirmou em seu depoimento ao Ministério Público do Estado (MPE) que os pagamentos foram efetivados aos então deputados entre os anos de 2013 e 2014.













Davi 04/05/2018
Enquanto isso o atual governo nada de braçada sobre o crivo da inércia do MP. Puxadinho do Paiaguás. Detran; AGER; Seduc; FAESPE; fraude em concessão de rodovias; RDC de pontes; grampos e Taques mesmo assim continua no cargo. Piada.
deovaldo 25/04/2018
Pau nessa bugrada sugadoras de dinheiro público,
2 comentários