MARCIO CAMILO
REDAÇÃO
Ao comentar sua possível candidatura à reeleição, o governador Pedro Taques (PSDB) afirmou que não tem habilidade política para fazer "conchavos" para se manter à frente do Governo do Estado.
“Nós estamos trabalhando para que aqueles que desejarem ficar conosco, assim fique. Eu quero ficar com os companheiros leais, que entendam que nós estamos no caminho correto”, declarou na manhã desta quarta-feira (20), em entrevista ao programa de rádio Primeira Página.
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O comentário do tucano faz referência ao fato do Democratas, antigo aliado de sua campanha em 2014, estar agora figurando como oposição, assim como o PDT do ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta e do deputado Zeca Viana.
Sobre as críticas de ex-aliados de que faltou diálogo, Taques ressaltou que respeita a opinião dos outros e lembrou que “Ulisses Guimarães dizia que um bom político é um péssimo amigo e um péssimo parente. Essas pessoas que assim dizem eu expresso a elas o meu respeito, mas eu não quero ter determinado tipo de habilidade política”, ao se referir aos chamados "conchavos".
“Nós estamos trabalhando para que aqueles que desejarem ficar conosco, assim fique. Eu quero ficar com os companheiros leais, que entendam que nós estamos no caminho correto”, declarou Taques.
Na entrevista ele não descartou a possibilidade de retomada de uma aliança e argumentou que está alheio à política partidária, ponderou que o cenário eleitoral ainda está muito confuso. Segundo ele, as articulações da base aliada estão sob comando dos deputados estaduais Max Russi e Wilson Santos, que tentam fortalecer o apoio do Governo visando o projeto da reeleição.
“Eu quero continuar como eu sou. Estou muito feliz, na medida do possível, construindo um Estado que seja o melhor para o mais humilde”, destacou.
“Eu quero continuar como eu sou. Estou muito feliz, na medida do possível, construindo um Estado que seja o melhor para o mais humilde”, destacou.
Pronto-Socorro
O governador ainda garantiu que o Estado vai repassar os R$ 82 milhões à `Prefeitura de Cuiabá para equipar o novo Pronto-Socorro.
Ele ressaltou que está em conversa com o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), desde o dia 7 de janeiro, e que assim que o município entregar a relação dos equipamentos os “recursos serão repassados”.
“A bancada federal do Estado de Mato Grosso conseguiu uma emenda de R$ 100 milhões para Mato Grosso. Estes R$ 100 milhões foram usados para pagar os regionais os municípios, e nós fizemos um acordo de equipar o Pronto-Socorro de Cuiabá, este foi o acordo”, enfatizou.
Ele reforçou que os R$ 100 milhões foram usados para o custeio com autorização da bancada federal. Segundo Taques, os recursos servirão para pagar dívida da Saúde, com os hospitais regionais e filantrópicos, por exemplo.














Humberto Martins 20/06/2018
Pelos fatos ocorridos no decorrer do seu Governo e pela maneira ditatorial como age, terminou sozinho e abandonado por quase todos os seus aliados de 2014 e por isso vai perder ja' que nao conquitou nhenhum novo aliado. Alem de mudar 33 Secretarios, ter 7 Secretarios de Estado presos, 2 por corrupcao ( seu primo Paulo e o Perminio) entao vai ganhar como...???
Tristão 20/06/2018
O Taques não planejou fracassar. Fracassou por não planejar.
2 comentários