RepórterMT/Reprodução

Emanuel foi flagrado colocando recebendo o dinheiro de suposta propina, das mãos de Silvio Correa, ex-chefe de gabinete de Silval Barbosa.
DA REDAÇÃO
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária (NACO – CÍVEL), ingressou com mais duas ações civis públicas, por ato de improbidade administrativa, relacionadas ao esquema de pagamento de propina a deputados estaduais pelo ex-governador do Estado Silval da Cunha Barbosa e pediu o afastamento do prefeiro de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) e bloqueio de bens do político.
O Naco também cita o ex-secretário de Estado e réu na Operação Sodoma, Pedro Nadaf, e a prefeita de Juara, Luciane Bezerra (PSB), que assim como Emanuel era deputada. O pedido de indisponibilidade de bens atinge a todos.
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O argumento do MP é de que o chefe do Poder Executivo “não reúne os requisitos morais necessários para continuar no exercício da função de prefeito do Município de Cuiabá, já que o cargo ocupado lhe permite acesso a uma posição em que poderia causar grandes danos à sociedade que representa. Além disso, tal posição lhe permite acesso a uma série de entraves que poderiam vir a prejudicar a instrução processual e o desenvolvimento do processo judicial”.
Com as duas novas ações, sobe para 13 o número de agentes políticos já acionados pelo Ministério Público, acusados de integrarem organização voltada para a prática de atos ilícitos consistentes na cobrança de propinas de empresários, fraudes em procedimentos licitatórios, extorsões e outras condutas voltadas para a captação irregular de recursos do Programa MT Integrado e de obras da Copa do Mundo de 2014. Ainda existem inquéritos em andamento e mais ações poderão ser propostas.
Consta nas ações, que os valores arrecadados eram utilizados para diversas finalidades, entre elas a garantia de apoio da Assembleia Legislativa para as propostas do ex-governador.
“Tal organização era estruturada e organizada, sendo que cada um dos atores possuía papel definido e conhecimento parcial do esquema como um todo, pois a gerência ampla cabia ao então chefe do Poder Executivo Estadual, tudo voltado para a arrecadação dos valores ilícitos”, diz a ação.
O “acordo”, segundo o MPE, consistia no pagamento de vantagem ilícita no valor de R$ 600 mil, divididos em 12 parcelas mensais de R$ 50 mil cada. No caso da Luciane Bezerra, o valor foi de R$ 1 milhão.
Veja o vídeo de Emanuel Pinheiro













Ricardo 30/04/2018
Mais uma manobra do secretário do Pedro Taques, Sr Mauro Curvo, para afastar um dos opositores ao atual governo. Fosse algo sério ter-se-ia oferecido denúncia quando as imagens das malas foram divulgadas. Além disso, porque arquivou a delação do Alan Maluf e do Guisardi que apontavam Taques como beneficiário do esquema que desviou 56 milhões da Seduc? Por que não tomou providências sobre esse RDC absurdo das pontes? Por que não tomou providências sobre os grampos? Por que protege o Taques no esquema do Detran?
SALAS 28/04/2018
É EMANUEL, CONSEGUIU MANDATO E SE ESQUECEU DE QUEM TE ELEGEU (OS ELEITORES), BEM COMO SE ESQUECEU DE TODA A SOCIEDADE, POR QUE VOCÊ TEM QUE SER PREFEITO PARA TODOS, INDEPENDENTEMENTE DE COR PARTIDÁRIA E ETC. SEU INFERNO ASTRAL TÁ COMEÇANDO MUITO CEDO E DENTRO DO PRIMEIRO MANDATO... QUE COISA NÃO?
NETO 28/04/2018
até que enfim esse infame será punido...
3 comentários