Cuiabá, 30 de Setembro de 2026
XX°C
RepórterMT - Notícias de Mato Grosso e Cuiabá Hoje
30 de Setembro de 2026

24 de Agosto de 2022, 07h:00 - A | A

PODERES / ARTILHARIA ADVERSÁRIA

Mauro: O máximo que podem fazer é inventar algumas mentiras; nunca conseguiram me atacar

O governador afirma que está preparado para o que "der e vier" nas eleições que que não teme aos ataques dos adversários.

RepórterMT

Mauro Mendes 44%, Márcia Pinheiro 6%, Marcos Ritela 6% e Moisés Franz 1

Mauro Mendes 44%, Márcia Pinheiro 6%, Marcos Ritela 6% e Moisés Franz 1

LEANDRO MAIA DAFFINY DELGADO
REPÓRTER MT



Candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil) diz que está "forjado" politicamente para enfrentar seus opositores durante a campanha para as eleições em outubro de 2002. Como o líder do Palácio Paiaguás aparece disparado a frente dos concorrentes, que almejam ameaçar a sua candidatura, o próprio governador não descarta que possa vir a ser alvo de uma "artilharia pesada".

Em entrevista, Mauro afirmou que é possível que os ataques aconteçam contra ele, porém, ele não se sente ameaçado. 

>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!

"É possível que isso aconteça, mas eu tenho uma vida tranquila", garantiu. 

O governador diz que está preparado para responder às possíveis investidas dos adversários.

"O máximo que eles podem fazer é inventar algumas mentiras, como fizeram todas as vezes. De repente atacar minha empresa, de repente falar alguma bobagem, mas nunca conseguiram me atacar na vida pública", mandou o recado. 

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

 

De acordo com a Pesquisa MT Dados, Mauro aparece com 44% das intenções de voto na modalidade estimulada. Em segundo lugar, aparece a primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro (PV) com apenas 6%. O pastor Marcos Ritela (PTB) aparece em terceiro, com 3% do eleitorado e por último, o candidato Moisés Franz (Psol) com 1% das intenções de voto.  

Brancos e nulos somaram 14%, enquanto os que não souberam ou não responderam atingem 32%. 

Comente esta notícia