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15 de Setembro de 2019, 15h:50 - A | A

PODERES / DISPUTA PELO ALENCASTRO

Júlio diz que Mauro venceu com apoio do MDB e não descarta apoiar Emanuel

O ex-senador, uma das principais lideranças do Democratas, pontua que partido tem nomes para disputar à Prefeitura de Cuiabá, mas não descarta coligação em 2020.

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Senador em entrevista disse que acredita que DEM opinará por candidatura própria, mas não descarta coligação com MDB

Senador em entrevista disse que acredita que DEM opinará por candidatura própria, mas não descarta coligação com MDB

KAROLLEN NADESKA
DA REDAÇÃO



O ex-senador Júlio Campos, uma das principais lideranças do Democratas, defende que o partido lance candidatura própria nas eleições municipais do próximo ano, no entanto, não descarta que a sigla incluía o nome do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) no rol de candidatos a Prefeitura de Cuiabá. O ex-senador lembrou ainda que o partido emedebista apoiou a candidatura de Mauro durante as eleições do ano passado.

“Não significa que a gente descarta a possibilidade de uma coligação. E se não houver possibilidade, se não houver viabilidade, porque não manter uma porta aberta e discutir politicamente com o MDB que é nosso aliado em nível estadual”, pontuou.

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“No início da campanha de 2018, quem diria que o MDB, que era o aliado forte de Wellington Fagundes do PL, viria apoiar Mauro Mendes do DEM. Foi um trabalho de muito diálogo e conscientização e terminou vindo para a nossa aliança que inviabilizou a vitória de Wellington Fagundes”, lembrou Júlio.

A declaração de Júlio fortalece informações de bastidores de que lideranças Democratas estariam articulando junto ao emedebista uma possível coligação. Porém, o governador Mauro Mendes (DEM), que é outro nome de ‘peso’ no partido, e o presidente regional da sigla Fábio Garcia são contra a aliança com Emanuel.

As farpas entre Mauro, trocadas em públicos, tem sido constantes e dificulta essa aproximação de lideranças do partido. Mauro chegou a chamar Emanuel de “mentiroso” após uma declaração do emedebista de que o governador estaria “contagiado” com sua gestão.

Para Júlio Campos, o Wellington Fagundes (PL) só foi derrotado porque o MDB resolveu apoiar Mauro Mendes de última hora.

“A maneira de fazer política é diferente. A gente que tem uma longa vida pública e temos mais habilidade de conduzir um processo político sucessório”, pontua.

“No início da campanha de 2018, quem diria que o MDB, que era o aliado forte de Wellington Fagundes do PL, viria apoiar Mauro Mendes do DEM. Foi um trabalho de muito diálogo e conscientização e terminou vindo para a nossa aliança que inviabilizou a vitória de Wellington Fagundes”, lembrou.

No entanto, se não apoiar Emanuel, Júlio disse que o nome com mais força para chegar ao Alencastro seria o do ex-prefeito Roberto França.

“Ou é o nome do ex-deputado federal e presidente estadual do partido Fábio Garcia, ou o secretário de Estado da Saúde, Gilberto Figueiredo, Mauro Carvalho (tual chefe da Casa Civil). O nome mais forte, popularmente com chances de sair vitorioso, é o do apresentador de televisão e ex-prefeito Roberto França”, finaliza.

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