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30 de Outubro de 2020, 08h:36 - A | A

PODERES / FAKE NEWS

Juiz manda Emanuel parar de divulgar vídeo de condenação de França

RepórterMT/Reprodução.

Emanuel Pinheiro e Roberto França são candidatos a prefeito de Cuiabá.

Emanuel Pinheiro e Roberto França são candidatos a prefeito de Cuiabá.

DA ASSESSORIA



O Juiz da 1ª Zona Eleitoral, Geraldo Fernandes Fidelis Neto, concedeu nova liminar à coligação Todos por Cuiabá, de Roberto França (Patriota) e Marcelo Bussiki (DEM), determinando que a coligação de Emanuel Pinheiro (MDB) pare de veicular vídeo que aponta falsa notícia sobre condenação de mais de 6 anos de prisão, do candidato do Patriota, por desvio de dinehiro público.

“Assim, por verificar excessos passíveis de afronta à legislação eleitoral supra descrita, é que o material atacado deve ser imediatamente retirado da página eletrônica do representado. Ante o exposto, CONCEDO a tutela de urgência, para determinar a notificação da coligação “A mudança merece continuar”, para que se abstenham de promover novas veiculações do material questionado e de outros desta natureza, sob pena de multa que fixo no valor de R$1.000,00 por imagem/vídeo encontrado em descumprimento da presente decisão”. 

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Em sua decisão, o juiz destacou que a publicação é mentira e pode induzir o eleitor.

Roberto França destacou que esta é mais uma decisão judicial que restabelece a verdade dos fatos. ”Emanuel Pinheiro é corrupto e mentiroso, e foi flagrado de novo pela justiça eleitoral divulgando mentiras. Emanuel é covarde, acusa sem provas, usa fake news e omite informações para tentar enganar o eleitor. Ele é reú por corrupção, por recebimento de propina, provado e gravado em vídeo e teve quatro secretários afastados por denúncias de corrupção, além de um secretário preso. Não tem moral para atacar ninguém”.

França destacou que Emanuel esconde o fato de que esta decisão relativa à aplicação de R$ 70 mil reais numa obra de reforma da Casa do Alferes, o Museu da Imagem e do Som, está suspensa por força de decisão liminar do Desembargador Márcio Vidal. “E no recurso vamos provar que é uma condenação indevida, pois já apresentamos documentos e parecer do Ministério da Cultura, que atestou absoluta regularidade na aplicação dos recursos federais”, disse França.

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