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Com o objetivo de evitar que a crise chegue e se espalhe no Estado, o Governo deve reduzir a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 7% para 2,5% na arroba do boi gordo em pé.
RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
A instabilidade política nacional, causada pelas delações dos executivos do Grupo JBS, pode causar grande impacto na economia de Mato Grosso e já preocupa o Governo estadual.
Na noite de quarta-feira (24), logo após deixar uma reunião com representantes da pecuária de Mato Grosso que tratava, justamente de medidas para conter uma possível crise no setor da carne do Estado, o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) destacou que a situação é preocupante e que o momento é de se preparar para o que deve vir pela frente.
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“O governador Pedro Taques [PSDB] está preocupado e atento com isso. Mas eu, também, tenho certeza de que nós vamos superar esta crise com uma economia forte”, respondeu Fávaro.
“O governador Pedro Taques [PSDB] está preocupado e atento com isso. Mas eu, também, tenho certeza de que nós vamos superar esta crise com uma economia forte”, respondeu Fávaro.
Só para se ter ideia, o setor de carne mato-grossense – considerado o maior do país –, por exemplo, já enfrenta dificuldades para vender a arroba do boi gordo depois das delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. Somente no Estado o grupo comanda 48% das plantas frigoríficas.
O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), responsável pelos levantamentos de preços da arroba, divulgou desvalorização de 1,17% no mês de abril se comparado a março. Comparando com o mês de maio de 2016, a desvalorização é ainda maior, aproximadamente 5,6%.
No entanto, Fávaro não acredita que a renúncia de Temer ajudaria a estabilizar o setor. Para o vice-governador o ‘remédio’ para a economia está nas ‘mãos’ de deputados federais e senadores.
“Essa é uma questão que não devemos tratar agora, acho que independente de quem for o presidente da República, o Congresso precisa continuar as reformas e avançando para melhorar o ambiente, para que o Brasil saia dessa crise”, afirmou.
Com o objetivo de evitar que a crise chegue e se espalhe no Estado, o setor dos frigoríficos, que já havia superado a Operação Carne Fraca, terá que receber um ‘socorro’ do Governo com redução de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 7% para 2,5% na arroba do boi gordo em pé.
“Vamos abrir para que alguns frigoríficos possam abater em Goiás, em Tocantins, com uma alíquota equiparada com o que tem aqui dentro e fazer um plano de recuperação e abertura de novas plantas frigoríficas. E a outras vão poder vender em outros Estados. Em 15 dias vamos resolver esse problema também”, frisou Fávaro (Veja aqui).














rocha 25/05/2017
Só aumentar o imposto do Agronegócio !!! Sr. Vice governador e "produtor rural".
1 comentários