CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
Em reunião com o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, nesta quinta-feira (9), o secretário de Estado de Fazenda, Gustavo Oliveira, apresentou uma nova proposta do Governo do Estado, que estende o prazo de quitação do duodécimo, que havia sido solicitado pelos poderes.
“O secretário nos propôs somar todo o saldo devedor e parcelar em nove vezes, a partir do mês de abril. A preocupação do Governo é a baixa arrecadação nos meses de fevereiro e março, mas em abril começa a colheita e a arrecadação recebe um fôlego”, explicou Paulo Prado.
O governador Pedro Taques (PSDB) havia proposto o pagamento do montante de R$ 160 milhões parcelado em oito vezes.
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Porém, os chefes dos poderes apresentaram o pedido de que a dívida fosse saldada com o repasse de uma parcela à vista, no valor de pouco mais de R$ 70 milhões, e o restante poderia ser dividido em oito vezes.
“O secretário nos propôs somar todo o saldo devedor e parcelar em nove vezes, a partir do mês de abril. A preocupação do Governo é a baixa arrecadação nos meses de fevereiro e março, mas em abril começa a colheita e a arrecadação recebe um fôlego”, explicou Prado.
O chefe do Ministério Público do Estado (MPE), disse, no entanto, que não deu resposta ao secretário, pois ainda precisa ouvir a opinião dos demais poderes, como Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas do Estado e Assembleia Legislativa.
“Também quero conversar com o meu sucessor, Mauro Curvo, que assume a Procuradoria-Geral do Estado no próximo mês. Ele que irá administrar o MP com estes valores. Além disso, também preciso saber da realidade de cada poder, para que possamos conceder uma resposta definitiva”, pargumentou.
Segundo Prado, até segunda-feira (13) todos os chefes dos poderes já estarão cientes da nova proposta de parcelamento do duodécimo.
“Acredito que na semana que vem assinaremos o novo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Governo do Estado para quitarmos essa dívida”, comentou.
As parcelas do duodécimo em atraso são referentes aos meses de julho e agosto de 2016 e foram objeto de um TAC assinado entre Executivo e demais poderes que o governador não conseguiu cumprir.
Com a nova negociação será considerada uma repactuação do mesmo TAC que não perderia a validade.
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Gilston 12/02/2017
Eu não entendo mas, gostaria de entender o por que o governo reclama tando e só vive falando em crise.Gente, vai lá no Detran e vê as filas enormes de carro novos sendo emplacados, a fila chega até dobrar lá na frenda da associação dos Juizes do TJ,isso sem falar nos IPVAs caríssimo que está entra nos cofre do Estado neste incio de anos.é preciso verifica a onde esta vazando este recurso já que é sempre a mesma ladainha de que não tem dinheiro.
Willian 11/02/2017
Taxar o agronegócio, que tira horrores de dinheiro de nosso Estado, isso ele não quer. É óbvio, são eles que pagam a campanha e imaginem, o próximo ano já teremos eleições, então, infelizmente, agora isso não acontece mesmo.
2 comentários