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03 de Novembro de 2017, 18h:28 - A | A

PODERES / LIGAÇÕES PERIGOSAS

Emanuel fecha contrato milionário com empresa investigada por fraudes

A empresa PMH foi a vencedora do pregão da Prefeitura de Cuiabá de R$ 5,5 milhões para fornecer materiais ao PS e UPAs. No DF a empresa é acusada de superfaturar licitação em 376%. Em Alagoas. A empresa é acusada de fraudes de R$ 237 milhões

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O contrato firmado pelo prefeito Emanuel Pinheiro com a empresa PMH tem custo de R$ 5,599 milhões.

O contrato firmado pelo prefeito Emanuel Pinheiro com a empresa PMH tem custo de R$ 5,599 milhões.

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



A Prefeitura de Cuiabá contratou a empresa PMH – Produtos Médicos Hospitalares LTDA para fornecimento de materiais de consumo hospitalares ao custo de R$ 5,599 milhões. A empresa é investigada pela Polícia Federal, por fraudes em licitações da Secretaria de Saúde de Alagoas.

Conforme publicação no Diário Oficial de Contas de quarta-feira (1º), a PMH foi a vencedora do pregão de número 010/2017, para “futura e eventual aquisição, sob demanda, de material de consumo hospitalar, tipo equipos parenterais, enterais e fotossensível (com cessão por comodato de bombas de infusão – sistema peristáltico), seringas e extensores (com cessão por comodato das bombas de seringas)”.

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Em agosto deste ano, a PMH foi alvo da Operação Correlatos, deflagrada pela PF em Alagoas. A empresa é acusada, junto com outras por fraudes no valor de R$ 237 milhões

Os materiais deverão atender as demandas do Pronto-Socorro de Cuiabá e da Diretoria Técnica de Atenção Secundária nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs).

Em agosto deste ano, a PMH foi alvo da Operação Correlatos, deflagrada pela PF em Alagoas. A empresa é acusada, junto com outras por fraudes no valor de R$ 237 milhões, entre os anos de 2010 e 2016, por meio da venda de materiais para unidades de saúde do Estado nordestino sem licitação.

Em vez de licitar, gestores da Secretaria da Saúde de Alagoas fracionaram a compra em pequenos valores para burlar a legislação e beneficiar fornecedoras de materiais ou de serviços médico-hospitalares.

A empresa também responde a processo no Distrito Federal. A Defensoria Pública de Brasília pede a restituição de R$ 10 milhões, alegando que a PMH superfaturou em 376% uma licitação do Hemocentro da Capital Federal de compra de reagentes e de aluguel de equipamentos que ajudam na realização e no transporte dos exames de sangue. A ação é de dezembro de 2016.

Em decisão liminar, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) determinou a redução imediata do valor do aluguel de um dos equipamentos.

Em Cuiabá, a licitação foi homologada pela secretária de Saúde, Elizeth Lúcia de Araújo.

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Pedro oliveira 07/11/2017

Uma vergonha deslavada um prefeito corrpto e de pouca inteligencia.

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Rose Monteiro 05/11/2017

Vou ficar de olho... tudo mto suspeito

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Ronaldo 04/11/2017

Enquanto tiraram o chapéu ele enchia os bolsos

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Paulo Andre 03/11/2017

Vai precisar de muitos paleto e bolsos para guardar a parte dele! Pouca vergonha! Esse indivíduo deve ser preso, vai ferrar com nossa querida Cuiaba!!!

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Lucas 03/11/2017

Esse prefeito não toma jeito!

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5 comentários