RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) não descartou a possibilidade de existir um esquema de desvio de remédios dentro da Central de Medicamentos de Cuiabá.
“Temos muitas denúncias, mas nenhuma prova ainda e, por isso, não posso tornar público sob pena de atrapalhar as investigações que estão sendo feitas e as medidas tomadas para descobrir onde está o problema”, declarou Emanuel.
A declaração do prefeito, dada na segunda-feira (5), ocorre três dias após uma enfermeira do Pronto-Socorro da Capital gravar um vídeo para denunciar a falta de rémedios e materiais básicos de trabalho na unidade - assista o vídeo aqui.
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“Temos muitas denúncias, mas nenhuma prova ainda e, por isso, não posso tornar público sob pena de atrapalhar as investigações que estão sendo feitas e as medidas tomadas para descobrir onde está o problema”, declarou Emanuel.
O prefeito explicou, ainda, que esse tipo de auditoria não se resolve de forma rápida, no entanto, prometeu punir os responsáveis.
“Não se resolve isso do dia para noite, mas já estou tomando medida internas severas para que possamos humanizar esse problema e, caso, tenha alguma coisa errada vamos punir os responsáveis”, rebateu.
“Não é normal comprar milhões e milhões em medicamentos e entre um mês ou dois meses você não encontra mais o remédio no postos de saúde”, argumentou.
Na gravação, a profissional - que preferiu não se identificar - avisa que funcionários e médicos da unidade estão paralisando os atendimentos por causa da dificuldade para realizar o trabalho no hospital devido a falta de insumos.
Em seguida, por meio de um áudio, a funcionária também denuncia a falta de remédios.
“Está faltando vários tipos de remédios e tudo que você imaginar, desde luva a antibiótico para os pacientes. Nós estamos sem medicamento usado na UTI, que é a vangomicina”, contou a enfermeira.
Sobre o esse caso, o prefeito declarou que a situação de falta de rémedio não é normal porque a Prefeitura tem investido milhões de reais em medicamentos.
“Não é normal comprar milhões e milhões em medicamentos e entre um mês ou dois meses você não encontra mais o remédio no postos de saúde”, argumentou.














Ana 07/03/2018
Tem que comprar os medicamentos... eternamente esses roubos sempre se perpetuam, injustiça com quem tem que se sacrificar pra comprar
Noublas 06/03/2018
Será que ladrão que investiga ladrão, também tem 100 anos de perdão.?
2 comentários