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Cuiabá, 22 de Julho de 2024
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25 de Setembro de 2017, 07h:00 - A | A

PODERES / DELAÇÃO E PRISÃO

Botelho diz que imagem de Assembleia não está abalada

Botelho lembrou que o momento é de projetos polêmicos tramitando na Casa, como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do teto de gastos e alerta que ainda virão a Lei Orçamentária Anual (LOA) e a reforma tributária do Governo do Estado.

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), considera que a imagem da Casa de Leis não foi abalada, mesmo com grande parte dos parlamentares citados na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) tendo sido alvo da Operação Malebolge, incluindo a prisão do deputado Gilmar Fabris (PSD) pela Polícia Federal.

Ele afirmou que por se tratar do Poder Legislativo, os trabalhos devem ser tocados da mesma forma, não importando quem foram as pessoas atingidas.

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“A imagem da Assembleia como instituição continua normal. Quem erra são as pessoas e são elas que devem responder por seus atos. Enquanto instituição, temos que continuar trabalhando e fazendo o papel legislativo”, pontuou o parlamentar.

Botelho lembrou que o momento é de projetos polêmicos tramitando na Casa, como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do teto de gastos e alerta que ainda virão a Lei Orçamentária Anual (LOA) e a reforma tributária do Governo do Estado.

“A imagem da Assembleia como instituição continua normal. Quem erra são as pessoas e são elas que devem responder por seus atos. Enquanto instituição, temos que continuar trabalhando e fazendo o papel legislativo”, pontuou o parlamentar.

“Temos leis duras para aprovar. Claro que a situação deixa os trabalhos mais lentos, mas a Casa não pode parar. Talvez não consigamos fazer tudo, mas é preciso alcançar o for prioridade para o Estado”, comentou.

Ao menos 15 deputados da atual legislatura, incluindo o próprio presidente da Assembleia, foram citados na delação de Silval. Entre os supostos crimes estão a cobrança de propina para apoiar a gestão do ex-governador e vantagens indevidas, como benefícios irregulares a empresas de propriedade de parlamentares.

Na última quinta-feira (14), gabinetes de deputados na Assembleia foram alvos da Operação Malebolge. Oito parlamentares tiveram os escritórios e as residências vasculhados pela Polícia Federal. São investigados Oscar Bezerra (PSB), Gilmar Fabris (PSD), José Domingos Fraga (PSD), Silvano Amaral (PMDB), Baiano Filho (PMDB), Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), Romoaldo Júnior (PMDB) e Wagner Ramos (PSD).

No dia seguinte, sexta-feira (15), Fabris foi preso pela Polícia Federal por suposta obstrução da Justiça. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, acatou pedido da Procuradoria Geral da República, que apontou que o parlamentar fugiu de sua casa levando documentos, minutos antes da deflagração da operação.

Os deputados agora aguardam liberação de Fux para votar a manutenção ou não da prisão de Fabris, que permanece detido no Centro de Custódia da Capital.

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Davi 25/09/2017

Realmente, porque sempre foi ruim e além disso, a ruína virá depois da decretação da prisão dos demais deputados envolvidos e da deleção do Riva.

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GILBERTO LUIZ SLIWIENSKI 25/09/2017

Realmente....a imagem da AL não sofreu desgaste. A sos eleitores, sim

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2 comentários

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