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27 de Dezembro de 2018, 20h:09 - A | A

PODERES / ORÇAMENTO CUIABANO

Aprovado R$ 2,5 bi para 2019; Vereadores vão custar R$ 57 milhões

Câmara Municipal de Cuiabá aprovou orçamento para o próximo ano na quarta-feira.

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Casa dos Horrores vai custar R$ 57 milhões para o contribuinte em 2019

Casa dos Horrores vai custar R$ 57 milhões para o contribuinte em 2019

THIAGO ANDRADE
DA REDAÇÃO



A Câmara de Cuiabá aprovou na quarta-feira (26) o orçamento para o ano de 2019,. Ele prevê um montante de R$ 2,5 bilhões que serão administrados pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). Do total, R$ 57 milhões serão repassados em forma de duodécimo para a Câmara Municipal de Cuiabá, que será administrada pelo vereador Miseal Galvão (PSB) - ele assume o comando da casa no primeiro dia de janeiro.

O orçamento de Cuiabá terá um crescimento de mais de 10% na receita. No orçamento de 2018 foram previstos R$ 2,2 bilhões de arrecadação ante R$ 2,5 bilhões para o ano que vem. Com a capital fazendo 300 anos, a secretaria que cuida das festividades terá um orçamento de R$ 2,8 milhões.

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Saúde ainda é a pasta que mais vai consumir recursos públicos, serão pouco mais de R$ 806 milhões, seguida por Educação com R$ 525 milhões, Gestão com R$ 290 milhões, Obras Públicas com R$ 181 milhões, Serviços Urbanos com R$ 146 milhões, Mobilidade Urbana com R$ 87 milhões, Ordem Pública com R$ 58 milhões, Assistência Social com R$ 57 milhões, Fazenda com R$ 55 milhões, Procuradoria com R$ 38 milhões, Cultura, Esportes e Turísmo com R$ 25 milhões, Meio Ambiente com R$ 21 milhões, Inovação e Comunicação com R$ 19 milhões, Habitação e Regularização Fundiária com R$ 17 milhões, Governo com R$ 17 milhões, Planejamento com R$ 7 milhões e Controladoria com pouco mais de R$ 4 milhões.

Como foi aprovada em 26 de dezembro, precisou de uma convocação extraordinária para votar o texto, cada parlamentar teve o direito de indicar R$ 400 mil de obras ou ações no orçamento. Todos fizeram isso, exceto o vereador Felipe Wellaton (PV), que destinaria os recursos de sua emenda para o Hospital do Câncer, mas foi negada. Ele criticou o fato e se disse perseguido por fazer oposição à atual gestão.

Nas redes sociais, o vereador relata que foram dez horas de sessão na Câmara e que tentou incluir na peça a criação do Hospital Materno Infantil e tirar recursos da comunicação para investir em saúde e asfalto, mas suas propostas foram negadas pela maioria dos membro do Legislativo Municipal.

O orçamento agora será encaminhado para sanção do prefeito Emanuel Pinheiro.

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