CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
Os vereadores da base aliada ao prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) conseguiram a maioria da composição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o gestor. A definição das três funções dentro da CPI ocorreu nesta quinta-feira (16), após reunião das lideranças partidárias.
"Sou um vereador independente e fui escolhido pelos líderes do partido. Não estou representando situação e nem oposição. Vou fazer um relatório técnico e independente”, disse Adevair Cabral.
Vão ficar com a relatoria e como membro da CPI os vereadores Adevair Cabral (PSDB) e Mário Nadaf (PV), respectivamente. Apenas a presidência da comissão ficou com o representante da oposição ao prefeito, o vereador Marcelo Bussiki (PSB), autor do requerimento.
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A escolha dos membros partiu do presidente da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores, Justino Malheiros (PV). Dez parlamentares votaram de forma favorável à escolha do presidente e os vereadores Dilemário Alencar (Pros) e Diego Guimarães (PP) foram contrários.
Adevair Cabral afirmou que manterá a isenção da CPI e negou que faça parte da base aliada a Emanuel.
"Sou um vereador independente e fui escolhido pelos líderes do partido. Não estou representando situação e nem oposição. Vou fazer um relatório técnico e independente”, disse.
Já Diego Guimarães pontuou que a oposição acompanhará os trabalhos de perto, uma vez que o sentimento foi de que houve “manobra” para que a base aliada assumisse funções na CPI.
Os parlamentares de oposição consideravam que apenas as nove assinaturas, no momento do protocolo, no dia 7 de novembro, é que deveriam compor a CPI. Porém, o pedido foi negado por Justino, com base em entendimento da Procuradoria-Geral da Casa, de que 20 assinaturas constavam no momento da leitura do requerimento em plenário, o que foi feito na última terça-feira (14).
“O sentimento é de que houve uma espécie de manobra, mas não sei se seria saudável para a CPI recorrer à Justiça. Uma decisão liminar em nosso favor é certa, mas depois tem a resolução do mérito, que poderia tornar nulo o trabalho feito nesse meio tempo”, comentou Diego.
Investigação
A CPI vai investigar a conduta do prefeito, flagrado em vídeo recebendo propina para apoiar a gestão do ex-governador Silval Barbosa, enquanto era deputado estadual.
Outro ponto a ser analisado pelos vereadores será uma suposta tentativa de obstrução da justiça, quando na Operação Malebolge, a Polícia Federal apreendeu áudio na casa de Emanuel, gravado pelo ex-secretário Alan Zanatta, em que o ex-chefe de gabinete de Silval, Silvio Corrêa, afirma que o vídeo teria sido forjado.
Porém, a PF apontou que o áudio teria sido editado para favorecer o prefeito.














antunes silva 16/11/2017
2 ordinarios inuteis a sociedade cuiabana, Nadaf o patrono dos brochas e Adevair Cabral o Embolsa tudo. Vamos abrir o olho nao precisamos de vereadores, vamos deixar de elege-los. Acabar com Camara, assembleia e TCE. Só servem para nos roubar, nao fazem nada por nós.
1 comentários