MARCIO CAMILO
DA REDAÇÃO
O governador Mauro Mendes (DEM) declarou, nesta segunda-feira (24), que não recebeu a nova proposta, articulada pelo Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), junto aos poderes, com o objetivo de conseguir o reajuste de 7,69%, sendo este parcelado em 12 vezes, conforme discutido na última quarta-feira (19), com deputados estaduais e o chefe do Ministério Público, procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges, que ficou de apresentar a possibilidade ao governador, que já descartou a medida.
“As pessoas precisam aprender a conviver a com a verdade e não com as mentiras que são contadas por políticos ou por quem gravita na politica. E a verdade é uma só, nós descumprimos a lei de responsabilidade fiscal e a lei é clara, ela proíbe de dar aumento de pessoal quando você estoura o limite de 49%”, enfatizou Mendes.
>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão
“As pessoas precisam aprender a conviver a com a verdade e não com as mentiras que são contadas por políticos ou por quem gravita na politica".
O governador ainda criticou a série de propostas que têm surgido por meio da articulação dos deputados estaduais para tentar pôr fim à greve dos professores que teve início no dia 27 de maio, sob a exigência do reajuste de 7,69%.
“Nós temos que aprender a respeitar as leis desse país. Se a Assembleia [Legislativa] disser que não é para cumprir lei nenhuma, então fecha a Assembleia, fecha o Congresso Nacional. Então tem 49% é para cumprir os 49% e não tem como nos descumprirmos isso; nós não vamos descumprir”, destacou.
"Se a Assembleia [Legislativa] disser que não é para cumprir lei nenhuma, então fecha a Assembleia, fecha o Congresso Nacional".
Mendes também comentou sobre a previsão de uma audiência de conciliação determinada pelo Tribunal de Justiça de mato Grosso e indicou que o Estado irá manter a postura de cortar o ponto dos grevistas e não oferecer reajuste aos servidores da Educação, sob a alegação de estouro acima dos 49% permitidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal em gasto com pessoal.
"Nós temos um problema de legalidade para dar esse aumento e um problema de condição financeira para dar esse aumento; então podemos ter uma audiência e nessa audiência vamos dizer a mesma coisa".
















Cris 24/06/2019
Porque o Sr Governador não começa a cumprir as promessas de campanha, quem mentiu para sair vitorioso?
Bruno 24/06/2019
Então aprenda a cumprir todas as leis, não somente a que vossa excelência quer!
antonio matias castro 24/06/2019
Quero saber se os grevistas resolverem não repor os dias de greve o que O GOVERNADOR vai fazer pra cumprir a LEI 9394/96 a famosa LDB que Garante os 200 dias letivos aos alunos. Mais uma lei será desobedecida e é lei FEDERAL. A partir do momento que o ponto é cortado os eduacadores não tem nenhum direito de reposição. E AGORA? Alguem teve a noção de falar isso ao governador? Fica a Dica. Como o proprio governador falou em entrevista no BOM DIA MATO GROSSO sobre a Lei Candir. E fala sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal." Lei Não se discute Lei se Cumpre". Mas Isso só serve para os servidores? Pra ele Governador não.!!!!!!!.
Glauber 24/06/2019
Pq ele não cumpre o que a constituição do Estado diz sobre isenções fiscais. Essa lei ele não quer cumprir? Pq ele não cumpre a lei que determina o mínimo a ser aplicado a educação, que não está sendo aplicado? Ele só quer saber de encher o bolso dos empresários e grandes agricultores. Acorda povo de mato grosso. Ele vai tirar tudo de vocês.
4 comentários