DA REDAÇÃO
O secretário de Saúde de Cuiabá, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho, criticou a determinação da Justiça, que impôs quarentena obrigatória em Cuiabá, por 15 dias, e apontou que a medida, recomendada pelo Ministério Público de Mato Grosso vai contra as recomendações do Conselho de Ministérios Públicos do Brasil que, segundo ele, orienta que o Judiciário evite fazer o papel de prefeito e alerta para o risco de parte da população passar fome.
O secretário admite que, a classe de servidor público, é privilegiada nesse quesito, já que tem seus salários garantidos.
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“Quem tem salário como servidor público fica em casa (....) Quem pode, fique em casa, mas deixe sair quem precisa de dinheiro para sobreviver. É outra realidade, porque a fome mata, a fome vai impedir de a pessoa ter condições de alimentar seus filhos e comprar até material de higiene. Não tem como aguentar seis meses, um ano”, declarou. Que atire a primeira pedra quem acha que o secretário está errado.
Quarentena não é vacina!
















Servidora 30/06/2020
Vai me desculpar, mas, sou servidora pública e continuo trabalhando durante essa pandemia. E não é por teletrabalho, exerço minha função presencialmente. Então não generalize.
Renata 30/06/2020
Cara, que frase mais infelizmente. Como servidores públicos vão ficar em casa, se são policiais, bombeiros, rede de saúde, agente penitenciários. Alem do fato, que nenhum servidor público parou, estão todos trabalhando, mesmo que seja em revezamento, mas quando em casa é teletrabalho. Ridícula está comparação, ele está como servidor público, como secretario, então pergunto o senhor ficou em casa?? Só se ele está tendo este privilégio, porque o resto não, até as escolas mesmo sem alunos estão lá distribuindo kit alimentação e apostila aos alunos durante a semana. Então, que mundo este homem vive???
2 comentários