DA REDAÇÃO
Além de condicionar o reajuste pretendido pelos professores e demais profissionais da Educação, em greve há cerca de 30 dias, ao enquadramento do Estado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a qual MT já estourou, o governador Mauro Mendes (DEM), segundo fontes da Coluna, estaria querendo vincular o aumento de salários a uma melhora significativa da posição de MT no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).
O Estado figura entre os últimos do país, estando em 21° no ranking, apesar dos salários no setor figurarem entre os melhores, segundo o Governo. Os grevistas seguem com ponto cortado e a greve atinge cerca de metade das escolas estaduais. Nesta semana a Justiça negou ao Sintep liminar para impedir o Governo de cortar o ponto. Os sindicalistas dizem não abrir mão de salário integral e do reajuste de 7,6%, além da RGA, para voltar ao trabalho.















