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28 de Outubro de 2026, 17h:40 - A | A

PAPO RETO / OPERAÇÃO REESCRITA

Advogado diz em vídeo que não sabia que documento era falso

Divulgação

Felipe Dorileo apresentou sua versão sobre o documento investigado e afirmou estar à disposição da polícia.

Felipe Dorileo apresentou sua versão sobre o documento investigado e afirmou estar à disposição da polícia.

DO REPÓRTERMT



O advogado Felipe Dorileo, um dos alvos da Operação Reescrita, afirmou em vídeo nesta quarta-feira (28) que já havia procurado a polícia para investigar a origem do documento suspeito de falsificação relacionado à transferência de Miro Louco.

Segundo ele, o arquivo foi encaminhado por uma colega no fim do ano passado. Dorileo disse que não atua na área criminal e que foi ao fórum com o advogado Gerson Trevisol para buscar informações sobre a suposta decisão. Conforme seu relato, após serem informados de que ela não constava no processo, encaminharam o documento ao gabinete.

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“Se eu soubesse que isso se tratava de um documento falso, eu apresentaria?”, questionou.

Dorileo afirmou que os dois registraram um boletim de ocorrência em 29 de abril e que ele formalizou uma representação em 4 de maio, pedindo a apuração da origem do arquivo. Segundo o advogado, ambos ofereceram espontaneamente celulares, notebooks e se dispuseram a prestar depoimento.

Ele também disse que, após a busca em sua residência, compareceu voluntariamente à Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), conversou com o delegado responsável e reiterou a disposição de colaborar.

A Operação Reescrita investiga três advogados por suspeita de envolvimento na falsificação e utilização de uma decisão judicial para viabilizar a transferência de Miro Louco de Catanduvas, no Paraná, para Mato Grosso. A participação de cada investigado ainda está sendo apurada.

VÍDEO:

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