Cuiabá, 24 de Setembro de 2026
XX°C
RepórterMT - Notícias de Mato Grosso e Cuiabá Hoje
24 de Setembro de 2026

30 de Outubro de 2017, 15h:02 - A | A

GERAL / VEJA FOTOS

Sindicalistas ocupam sede da Sefaz e pressionam por aumento salarial

Os servidores da Área Meio do Executivo pressionam o Governo por reajuste salarial, antes que a PEC do Teto de Gastos seja aprovada.

RepórterMT/Reprodução

Servidores ameaçam ocupar a Casa Civil e a Secretaria de Gestão até a próxima quarta-feria.

Servidores ameaçam ocupar a Casa Civil e a Secretaria de Gestão até a próxima quarta-feria.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



Cerca de 200 servidores que compõem a Área Meio do Executivo Estadual ocuparam, na tarde desta segunda-feira (30), a sede da Secretaria de Fazenda do Estado, com objetivo de pressionar o governador Pedro Taques (PSDB) a reajustar a tabela salarial da categoria antes dos deputados estaduais analisarem, em segunda votação, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Teto de Gastos.

“Vamos ficar até às 18 horas aqui na Sefaz, terça-feira [31] na Casa Civil e na quarta-feira [1º de novembro] será na Seges”, explicou o presidente do Sinpaig.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental do Governo (Sinpaig), Edmundo César, a “reivindicação é contra a PEC, a favor do realinhamento salarial e pela aplicabilidade da lei 10.212/2014, que trata da reestruturação de carreira da Área Meio”.

>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!

Após deixar o prédio da Sefaz, os servidores devem ocupar os prédios da Casa Civil e a Secretaria de Gestão do Estado (Seges), que ficam anexos ao gabinete do governador, no Palácio Paiaguás.

“Vamos ficar até às 18 horas aqui na Sefaz, terça-feira [31] na Casa Civil e na quarta-feira [1º de novembro] será na Seges”, explicou o presidente do Sinpaig.

Objetivo o grupo de servidores é conseguir que os deputados estaduais coloquem o projeto em votação antes da PEC do Teto com a finalidade de conseguir o direito, já que depois que a medida, que impõe limite para os gastos públicos, for aprovada, o reajuste não poderá ser mais analisado pelo Legislativo.

“Estamos esperando isso desde 2010, quando foi acatada uma parte da reestruturação e o restante ficou para depois, porém, esse depois nunca chega. (...) Se eles aprovarem a PEC fica difícil de conseguir o realinhamento. Estamos preocupados com isso porque o Governo prometeu e até agora não cumpriu”, observou.

Edmundo César destacou, ainda, que a proposta já foi discutida com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (PSB). 

“A Assembleia está do nosso lado por meio presidente Eduardo Botelho, que já tem conhecimento da nossa reivindicação que é justa”, revelou.

Álbum de fotos

Comente esta notícia

De olho 30/10/2017

E essa turma ainda querem o SALÁRIO DOS FISCAIS DO INDEA. Façam-me o favor

positivo
0
negativo
0

CIDADAO REVOLTADO 30/10/2017

É SÓ MANDAR EMBORA ALGUNS, QUE OS OUTROS VOLTAM A TRABALHAR RAPIDINHO...

positivo
0
negativo
0

Joao 30/10/2017

Por que ao invés de ficar pedindo aumento salarial, não param de gastar o que não tem?? Raça ruim é servidor público.

positivo
0
negativo
0

3 comentários