DA REDAÇÃO
Shoppings centers, restaurantes, bares, lanchonetes, academias, clubes e similares continuam fechados em Cuiabá e sem previsão para serem reabertos. Também não estão autorizados a voltar a atuar os ambulantes, assim como continua proibida a abertura ou realização de feiras livres, exposições, atividades esportivas e culturais, atividades educacionais presenciais, entre outras que provoquem aglomeração de pessoas.
Prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro voltou a reforçar a necessidade da retomada das atividades econômicas de forma gradual e planejada. Para os que ainda não retornaram, o gestor explica que a medida será efetuada com base nos relatórios de comportamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), realizados pelas equipes técnicas do Município.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
“Não vamos abrir ou retomar nenhum setor, se houver um descontrole da covid-19. É o avanço ou contenção da pandemia que define se é possível ou não aplicar essa retomada. E, quando isso acontecer, será feito com o maior cuidado possível, protegendo a saúde das pessoas. Serão implantadas todas as medidas de segurança, para que seja proporcionado um ambiente com a menor probabilidade de contágio possível. É um retorno que acontece de forma lenta, gradual, mas totalmente seguro”, destaca Pinheiro.
O chefe do Executivo argumenta que apesar de Cuiabá ter conquistado resultados positivos durante a pandemia do novo coronavírus, em comparação ao restante do país, isso não significa que a cidade voltou a viver uma situação de normalidade. Pinheiro cita que, em todo Brasil, a tendência é que, até o fim de junho, o número de infectados aumente e que, diante dessa conjuntura, o município trabalha para proteger e evitar que a capital mato-grossense entre neste cenário.
“Apenas garantimos certo controle e estabilidade, que dão essa sensação de normalidade. Mas isso, definitivamente, não aconteceu. Cada morte é um sofrimento e não queremos mais que isso aconteça. Estamos vivendo em meio a uma pandemia e é necessário que as pessoas tenham mais sensibilidade e responsabilidade. Vidas estão se perdendo, famílias estão se desmanchando, e muitas pessoas continuam agindo como se nada disso estivesse acontecendo”, pontua o gestor.













