Mayara Michels

Vice-governador Carlos Fávaro afirma que terá participação intensa na campanha eleitoral deste ano
NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
Presidente regional do PSD, vice-governador Carlos Fávaro, mostra sintonia com o governador Pedro Taques (PSDB) até nas disputas municipais.
“Não vamos firmar candidatura sem conversar com Adilton Sachetti, Rogério Sales, Percival Muniz, mas o partido está colocando o nome, se tiver nomes mais viáveis o PSD pode apoiar, mas se o nome cada vez mais forte é do Ibrahim, quero o apoio da base aliada”, argumenta Fávaro.
Seguindo o alinhamento político, em Cuiabá, o partido deve apoiar a reeleição do prefeito Mauro Mendes (PSB). Em Várzea Grande, não tomará qualquer decisão antes de conversar com a prefeita Lucimar Campos (DEM).
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Nesta linha, mesmo o partido tendo apresentado o nome do vereador Ibrahim Zaher para a sucessão do prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (PPS), Fávaro sustenta que não será tomada nenhuma posição sem falar com a base aliada do governo.
“Não vamos firmar candidatura sem conversar com Adilton Sachetti, Rogério Sales, Percival Muniz, mas o partido está colocando o nome, se tiver nomes mais viáveis o PSD pode apoiar, mas se o nome cada vez mais forte é do Ibrahim, quero o apoio da base aliada”, argumenta Fávaro.
“Vai ser uma campanha diferente, onde o dinheiro não vai mandar, uma campanha de propostas, de compromisso, de boca a boca nas casas”, descreve Fávaro.
Apesar de lideranças políticas de partidos aliados, continuarem apostando no nome do senador José Medeiros (PSD), Fávaro diz que numa eventual disputa, o parlamentar teria o apoio dos deputados da bancada. “Mas ele (Medeiros) acha que não seria o momento agora”, reforça.
Mesmo tendo um quadro já detalhado, Fávaro admite que pode ter divergências em alguns locais. “Divergências podem acontecer por conta da política, mas o papel das lideranças é minimizar a num patamar muito baixo, isso é cedendo e recebendo apoio”, salienta.
O vice-governador afirma que a sua participação na campanha será intensa não só no apoio aos candidatos do PSD como de partidos da base aliada do governador.
“Vai ser uma campanha diferente, onde o dinheiro não vai mandar, uma campanha de propostas, de compromisso, de boca a boca nas casas”, descreve Fávaro.
Dissidente do PP, Fávaro conta que não ficaram rusgas com a sua antiga legenda. Inclusive, em Salto do Céu, ele vai apoiar o candidato da sua ex-legenda.
PSD conta 49 prefeitos em Mato Grosso. O projeto da sigla é no mínimo manter o número de prefeituras.














