NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
A dois dias para o início das convenções partidárias, o prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (PPS), ainda não decidiu se disputa um quarto mandato. O mesmo quadro de indefinição se repete em Cuiabá e Várzea Grande, quando se trata oficialmente da disputa à reeleição, já que nos bastidores, nos três casos, assessores e aliados próximos dão como certa uma nova batalha eleitoral.
“É um para trabalhar e cinco para fiscalizar e encher o saco”, acrescenta. “Estou questionando se vale a pena ser prefeito”, afirma Percival.
Secretários e correligionários do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), e da prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM), não mostram dúvidas quanto à tentativa de uma nova disputa. Eles também preveem um trabalho intenso a partir do anúncio oficial.
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Percival diz contar com o apoio de 17 partidos, caso decida pela reeleição. Ele informou que vai deixar a definição para a convenção, que poderá se estender até o dia 5 de agosto. Pela legislação eleitoral, a partir do dia 20 próximo, os partidos podem definir os seus candidatos.
Ele conta que está muito difícil a atividade de prefeito. “É um para trabalhar e cinco para fiscalizar e encher o saco”, acrescenta. “Estou questionando se vale a pena ser prefeito”, afirma Percival.
Muniz ainda não sabe o seu rumo político. Ele está no terceiro mandato de prefeito de Rondonópolis e já foi deputado federal e estadual. Afirma que analisa o que vai fazer. Ele pertence ao grupo político do governador Pedro Taques (PSDB), embora não tenha mantido um estreito relacionamento nos últimos meses.
As apostas dos políticos e lideranças ouvidas pelo
apontam que os três serão candidatos. Por estarem no mandato, ou seja, na vitrine, enquanto mais antecipar o anúncio de uma nova disputa será mais foco dos adversários.
Até pela demora na definição, muitos aliados acreditam que eles nem poderiam deixar o grupo sem uma candidatura forte, neste momento.














