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Cuiabá, 29 de Maio de 2026
29 de Maio de 2026

28 de Maio de 2026, 20h:38 - A | A

POLÍTICA / QUEDA DE BRAÇO

Pivetta defende plebiscito para definir impasse territorial entre Mato Grosso e Pará; veja vídeo

Governador afirma que moradores de seis municípios da região da Cachoeira das Sete Quedas devem decidir a qual estado querem pertencer

LUÍZA VIEIRA
DO REPÓRTERMT



O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), defendeu que, para solucionar o impasse com o estado do Pará em relação aos municípios situados na região da Cachoeira das Sete Quedas, o ideal é a realização de um plebiscito entre os moradores dos seis municípios em disputa, para que decidam a qual estado desejam pertencer.

Em coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (28), o governador destacou que Mato Grosso é o estado que tem prestado serviços de saúde, educação e mobilidade à região.

Se não houver outra solução, com as pessoas que moram nessa região, para que eles decidam em qual estado eles querem participar, se é o Pará ou se é o Mato Grosso”, declarou o republicano.

O impasse territorial se arrastou por cerca de 20 anos e foi encerrado em 2020, quando o STF decidiu manter o limite entre Mato Grosso e Pará. Na ocasião, Mato Grosso buscava o reconhecimento, como parte de seu território, de uma extensão de terra incorporada ao Pará em 1922.

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No entanto, o estado voltou a questionar o entendimento em uma nova ação protocolada em maio de 2023, na qual reivindica novamente o reconhecimento de parte da área.

A disputa envolve uma área equivalente ao território do estado de Sergipe e abrange seis municípios paraenses: Jacareacanga, Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu, Cumaru do Norte e Santana do Araguaia.

Diante do embate, a governadora Hana Ghassan (MDB) afirmou que “não cederia um palmo de terra” a Mato Grosso.

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Ao ser questionado sobre como avaliava a fala da chefe do Executivo paraense, Pivetta tratou o posicionamento com indiferença e frisou que Mato Grosso é quem tem acolhido a população da região e garantido os serviços básicos.

“Para falar a verdade eu tratei isso com pouca importância. Esse assunto está judicializado. Quem cuida dessa região de Mato Grosso é o governo de Estado de Mato Grosso, nós que damos assistência, estrada, saúde. Nós que dispomos os lugares para que esse povo que mora nessa região encontra para a suas necessidades”, pontuou.

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Ficou marcada para o dia 10 de junho a primeira audiência no STF, na tentativa de buscar uma conciliação entre os estados.

Veja vídeo:

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Plebicito 28/05/2026

ACORDO - se não existem dúvidas quanto ao limite não há/acordo. Mas se existem dúvidas o melhor caminho é o acordo em partes iguais. Agora plebicito quem vai votar são os que já estão no Local e dizem paraenses e portanto é derrota certa para Mato Grosso. Mas poderia por outro lado a própria União definir os novos limites a exemplo de divisão de estados e acabava de vez com esse inbloglio. Animosidade entre estados não é bom para o país e somente revelará mais uma situação como MT e MS onde a população sulista do Matogrosso paraguaio não gosta de Mt.

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