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07 de Dezembro de 2013, 21h:20 - A | A

POLÍTICA / DEPOIS DO SÍLVIO SANTOS

No Comexão Poder, Perri fala sobre corrupção gargalos no Judiciário de Mato Grosso

O Conexão Poder vai ao ar neste domingo (08) logo após o Programa Sílvio Santos, na TV Rondon - SBT

LAICE DE SOUZA
MIDIAJUR



Com nove meses de gestão, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Orlando de Almeida Perri, faz um balanço da sua administração no programa "Conexão Poder", que vai ao ar neste domingo (8), na TV Rondon (SBT), logo após o programa Sílvio Santos.

O desembargador respondeu aos questionamentos sobre casos de corrupção no Judiciário, suposto desvio de dinheiro na construção do Fórum de Cuiabá, gargalos do Judiciário para atender melhor a população, além dos avanços e projetos da gestão atual.

De acordo com Perri, os episódios sobre corrupção que envolveram o Tribunal de Justiça nos últimos anos podem ser classificados “como a maior crise institucional do Judiciário no país”. Entretanto, ele afirma que a "situação está superada".

Sobre o fato do Poder Judiciário estar na primeira colocação entre os Tribunais com maior taxa de congestionamento processual, ou seja, é maior o número de processos que entra na Justiça do que os que são julgados, Perri disse que medidas estão sendo tomadas - e que em 2014 a situação será diferente.

“Já começamos a colher resultados e conseguimos reduzir o número de processos em tramitação”, ressaltou.

 
 

Temas polêmicos

Um dos pontos de destaque da entrevista é quanto ao orçamento do Judiciário para o próximo ano, em que a previsão é de R$ 830 milhões, entre verbas para custeio e investimentos, pagamento de pessoal e recursos próprios.

“Espero que o que é devido ao Tribunal seja, efetivamente, repassado no corrente ano, para podermos contratar mais magistrados e servidores”, disse.

Ele também responde aos questionamentos sobre as verbas indenizatórias pagas aos magistrados e a recente aprovação do auxílio-alimentação de R$ 475, que será pago aos juízes e desembargadores.

“Nosso Tribunal estava entre os três últimos de todo o país que não pagava ao magistrado esse benefício. Outros órgãos já pagam, como o Ministério Público. Contudo, ao magistrado tudo é negado”, disse.

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