NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) admitiu que a sua gestão tem encontrado dificuldades para concluir processos de licitação. A declaração foi durante entrevista ao programa Conexão Poder, exibida na noite deste domingo (10).
“Nossas licitações têm demorado em razão de ter uma forma de fiscalização maior”, justificou o governador.
“Nossas licitações têm demorado em razão de ter uma forma de fiscalização maior”, justificou o governador. Ele contou que servidores desta área têm feito cursos na Escola de Governo para fazer o termo de referência, documento que dá sustentação à consulta pública.
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Taques citou, como exemplos de dificuldades, as licitações para as estradas não pavimentadas e para adquirir ambulâncias. Esta última com recursos dos duodécimos devolvidos pela Assembleia Legislativa em 2015.
O governador detalhou que pegou uma gestão desorganizada. “E ainda está”, complementou.
O governador detalhou que pegou uma gestão desorganizada. “E ainda está”, complementou. Porém, medidas estão sendo aplicadas e estudadas para melhorar todo o sistema.
Sobre o contrato com a construtora Trimec, que vem sendo executado pelo Estado, para estradas não pavimentadas, o governador revelou que a Controladoria Geral do Estado (CGE) observou irregularidades e que já foram encaminhadas para o Ministério Público Estadual (MPE).
São 150 frentes de trabalho e um volume de R$ 41 milhões que estão sendo investigados pelo MPE, relacionados aos contratos para manutenção de estradas não pavimentadas. “Temos dificuldades em muitos processos licitatórios”, revelou Taques.
Consignum
A empresa Consignum está sendo investigada na Operação Sodoma por supostas irregularidades feitas na gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). “O fato de ser investigada não pode impedir de fazer negócios”, emendou o chefe do Executivo.
Ele explicou que ainda no ano passado, o governo recebeu uma recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para fazer uma nova licitação para o setor. Foi feita em seguida questionada na Justiça.
Por isso, o governo mantém o contrato com a Consignum. Esta empresa não venceu a licitação e recorreu à Justiça. Com isso, o servidor não pode ficar sem o consignado.
O governador confirmou que está sendo feito um estudo para a aplicação de um novo sistema, que deve ser apresentado em 90 dias.
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Cpa 12/07/2016
Só sabe ver o passado e o presente dele faz a mesma coisa do passado.tudo emergencial.Bob's xera-xeras
1 comentários