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11 de Julho de 2016, 09h:30 - A | A

POLÍTICA / FISCALIZAÇÃO MAIOR

Na TV, governador admite demora nos processos de licitação

Pedro Taques argumentou que em razão de ter recebido uma administração desorganizada a questão é demorada.

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Governador Pedro Taques (PSDB) concedeu entrevista ao Conexão Poder no poder

Governador Pedro Taques (PSDB) concedeu entrevista ao Conexão Poder no poder

NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) admitiu que a sua gestão tem encontrado dificuldades para concluir processos de licitação. A declaração foi durante entrevista ao programa Conexão Poder, exibida na noite deste domingo (10).

“Nossas licitações têm demorado em razão de ter uma forma de fiscalização maior”, justificou o governador.

“Nossas licitações têm demorado em razão de ter uma forma de fiscalização maior”, justificou o governador. Ele contou que servidores desta área têm feito cursos na Escola de Governo para fazer o termo de referência, documento que dá sustentação à consulta pública.

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Taques citou, como exemplos de dificuldades, as licitações para as estradas não pavimentadas e para adquirir ambulâncias. Esta última com recursos dos duodécimos devolvidos pela Assembleia Legislativa  em 2015.

O governador detalhou que pegou uma gestão desorganizada. “E ainda está”, complementou.

O governador detalhou que pegou uma gestão desorganizada. “E ainda está”, complementou. Porém, medidas estão sendo aplicadas e estudadas para melhorar todo o sistema.

Sobre o contrato com a construtora Trimec, que vem sendo executado pelo Estado, para estradas não pavimentadas, o governador revelou que a Controladoria Geral do Estado (CGE) observou irregularidades e que já foram encaminhadas para o Ministério Público Estadual (MPE).

São 150 frentes de trabalho e um volume de R$ 41 milhões que estão sendo investigados pelo MPE, relacionados aos contratos para manutenção de estradas não pavimentadas. “Temos dificuldades em muitos processos licitatórios”, revelou Taques.

Consignum

A empresa Consignum está sendo investigada na Operação Sodoma por supostas irregularidades feitas na gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). “O fato de ser investigada não pode impedir de fazer negócios”, emendou o chefe do Executivo.

Ele explicou que ainda no ano passado, o governo recebeu uma recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para fazer uma nova licitação para o setor. Foi feita em seguida questionada na Justiça.

Por isso, o governo mantém o contrato com a Consignum. Esta empresa não venceu a licitação e recorreu à Justiça. Com isso, o servidor não pode ficar sem o consignado.

O governador confirmou que está sendo feito um estudo para a aplicação de um novo sistema, que deve ser apresentado em 90 dias.

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Cpa 12/07/2016

Só sabe ver o passado e o presente dele faz a mesma coisa do passado.tudo emergencial.Bob's xera-xeras

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1 comentários