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17 de Dezembro de 2025, 07h:00 - A | A

POLÍTICA / LEI MAGNITSKY

Mauro Mendes sobre retirada de Moraes da lista de sanções dos EUA: “Nem devia ter feito”

Mauro avaliou que o episódio reforça a necessidade de o país evitar disputas políticas que não tragam resultados concretos para a população

Tonico Pinheiro/Secom-MT

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União)

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União)

GUSTAVO CASTRO
THIAGO NOVAES
DO REPÓRTERMT



O governador Mauro Mendes (União Brasil) comentou a decisão do governo dos Estados Unidos de retirar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes da lista de sanções da Lei Magnitsky. Segundo o chefe do Executivo, a medida não deveria nem ter sido adotada inicialmente.

“Primeiro não devia ter feito. Se fez e desfez, aquilo não devia ter feito”, afirmou o governador.

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Mauro avaliou que o episódio reforça a necessidade de o país evitar disputas políticas que não tragam resultados concretos para a população.

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O Brasil precisa pacificar essas confusões. Tem que parar de ficar discutindo coisas que, no final do dia, não colocam feijão na mesa, não colocam remédio na prateleira e não melhoram a vida das pessoas”, disse na segunda-feira (15).

O governador afirmou ainda que procura manter o foco em ações práticas da gestão estadual, alegando que não se envolve em assuntos com que não trazem soluções à sociedade.

Eu procuro focar o meu dia a dia em ações concretas, objetivas, que trazem resultado prático para o cidadão e para a sociedade. Não quero entrar nesses assuntos que viram muita conversa e pouca conclusão”, completou.

Sem sanções

O governo dos Estados Unidos retirou, na sexta-feira (12), o ministro Alexandre de Moraes, a esposa dele, Viviane Barci de Moraes, e a Lex Institute, empresa ligada à família do magistrado, da lista de sanções da Lei Magnitsky.

Alexandre de Moraes havia sido incluído na lista em julho, sob a acusação de autorizar prisões preventivas arbitrárias e de suprimir a liberdade de expressão no Brasil. As sanções contra Viviane Barci foram aplicadas em setembro. Já a Lex Institute foi citada pelo governo americano como uma holding ligada ao ministro, responsável pela administração de imóveis da família.

Durante os últimos meses, o governo do então presidente Donald Trump fez críticas públicas a decisões de Moraes, incluindo a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

À época, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que Moraes atuava como “juiz e júri” em uma suposta “caça às bruxas ilegal” contra cidadãos e empresas brasileiras e americanas.

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Julio 17/12/2025

Com ressalvas ao MM, mas sendo justo, é o único que tem coragem de expor suas convicções mesmo desagradando os Bolsonaristas de plantão(24 horas por dia sendo doentes). Leia-se: não tem medo de perder votos por se posicionar sensatamente.

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