José Medeiros/Gcom

Governador Pedro Taques reuniu deputados governistas, empresários e representantes de sindicatos patronais
NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
Analistas políticos apontam como necessária a ação do governo em reunir empresários, representantes de sindicatos patronais e deputados para se posicionarem com relação à Reposição Geral Anual (RGA) integral exigida pelos servidores públicos em greve desde 31 de maio.
“Taques mostra que a RGA é importante e que não pode pagar - isso para a sociedade - e manda recado para os deputados”, opina Alfredo da Mota.
Na segunda-feira (27), o governador Pedro Taques (PSDB) promoveu o encontro de 11 deputados da base governista e empresários. Existe uma preocupação por parte de setores representativos da sociedade com o aumento de impostos e, em contrapartida, servidores públicos em greve cobram 11,28% da RGA. O governo assegura a revisão em 6%.
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Para o analista político, Alfredo da Mota Menezes, desta forma, o governo mostra o outro lado. “Mostra que a RGA é importante, que não pode pagar e manda recado para os deputados”, opina.
Menezes afirma que o quadro mostra que tem crise, tem desgaste e, de concreto, é um aprendizado para o governo. “Não é o fim do mundo”, sugere. Para ele, não existe este negócio de dizer que o governador não sabe fazer política. “Isso não funciona. Ele (Taques) já se elegeu senador e governador”, pontua.
"É como trocar pneu com o carro andando, então, o efeito já não é mais como deveria ser”, pontua João Edisom.
Para o professor João Edisom de Souza, também analista político, o procedimento do governo é certo. “Só que atrasado. Era para ter feito isso lá no início antes da greve”.
“Houve um erro estratégico de início e agora está tentando corrigir no percurso. É como trocar pneu com o carro andando, então, o efeito já não é mais como deveria ser”, explica.
Conforme João Edisom, agora, tem que ser isso mesmo, dentro do movimento, estreitar relação, aumentar diálogo e criar uma margem de flexibilidade. “Já houve um desgaste para o governo. O governo deve fazer a pergunta: O diálogo pode aumentar?”, questionou.
Ele reforça que a questão se tornou excessivamente pública. O analista reitera que os há setores, como agronegócio e comercial, que entendem que não é momento de reposição.
“É uma posição intermediária, dos dois lados, que ele está buscando, e de se tornar não tão antipático com todo mundo”, conclui o analista.
De um lado, o governo alega que, no decorrer desta gestão já foram feitas mais de 100 reuniões com os servidores públicos. De outro, os sindicatos que representam os funcionários públicos entendem que o Executivo tem como melhorar a proposta.















alexandre 29/06/2016
só se ele leu os mesmo manuais de Franco, Fidel Castro, Lenin, Kin Jong Un, Taques não tem perfil pra negociar sempre está acostumado a determinar, e os seus negociadores Paulo e galinho de briga se saem pior desgastando a imagem do governo...
Marcelo Pavuna 29/06/2016
Mais um favor comprado. Pára que tá feio. Ninguém cai nessa conversa manipulada.
paulo 28/06/2016
Esse analista recebeu quantos pra fazer essa afirmação ???? Quantos mesmo heim?
3 comentários