Cuiabá, 25 de Setembro de 2026
XX°C
RepórterMT - Notícias de Mato Grosso e Cuiabá Hoje
25 de Setembro de 2026

08 de Julho de 2016, 07h:30 - A | A

POLÍTICA / SERVIÇOS PÚBLICOS

Futuro presidente da Ager promete avançar nas privatizações

Moura afirmou que, a exemplo do governo federal sob a gestão do presidente interino Michel Temer (PMDB), o governo de Mato Grosso tem a intenção de fazer um maior número de concessão e privatização.

Gcom/MT

Eduardo Moura: futuro presidente da Ager durante arguição na Assembleia Legislativa

Eduardo Moura: futuro presidente da Ager durante arguição na Assembleia Legislativa

NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO



Avalizado pela Assembleia Legislativa, durante sabatina nesta quinta-feira (7), o futuro presidente da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager), Eduardo Moura, promete promover a privatização, concessão e parcerias para serviços que são prestados pelo governo.

Ele citou rodovias, hidrovias, saúde e parques como algumas das áreas em que o governo vislumbra passíveis de privatizações. “Então, a função é buscar parceiros na iniciativa privada com concessões e privatizações. Esta é a política do governo de Mato Grosso”, reformou Moura.

Apesar da abrangência dos serviços que devem ser prestadas pela Ager,– a maioria na área de fiscalização e regulação - atualmente não funcionam, conforme atestou o futuro presidente.  “A Agência precisa ser estruturada”, pontuou.

>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!

Moura afirmou que, a exemplo do governo federal sob a gestão do presidente interino Michel Temer (PMDB), o governo de Mato Grosso tem a intenção de fazer um maior número de concessão e privatização. “É a mesma visão que nós temos no Estado”, afiançou.

Ele citou rodovias, hidrovias, saúde e parques como algumas das áreas em que o governo vislumbra passíveis de privatizações. “Então, a função é buscar parceiros na iniciativa privada com concessões e privatizações. Esta é a política do governo de Mato Grosso”, reformou Moura.

Moura argumentou que, diante da recessão, o governo não tem como fazer investimentos. Embora não tenha data para assumir oficialmente o cargo, Moura, que está à frente do Gabinete de Desenvolvimento Regional, inicia o processo de se aprofundar em questões internas da Agência.

À saúde, segundo o futuro presidente da Ager, a ideia é atrair a iniciativa privada para a construção de três ou quatro hospitais. Conforme ele, nos moldes da Parceria Político-Privada (PPP) que está sendo discutida no âmbito da Secretaria de Estado de Educação.

A fiscalização do transporte intermunicipal tem sido a principal função da Ager atualmente. Porém, o serviço não funciona como deveria acontecer. Este é um dos pontos que o futuro presidente pede a estruturação do órgão, que ganha reforço com a chegada de Moura.

Dentro da proposta de reforma administrativa, caberá a Ager tocar as PPPs nas mais várias áreas do governo. O mandato para presidir a Agência é de quatro anos. O atual presidente interino do órgão é Robson Pereira Fagundes, que ocupa o cargo desde fevereiro, quando o engenheiro Carlos Carlão do Nascimento pediu exoneração. 

Leia mais aqui:

Indicado de Taques, nome de Eduardo Moura deve 'passar fácil' na Assembleia

Deputados aprovam indicado de Taques para o comando da Ager

Comente esta notícia