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05 de Dezembro de 2022, 20h:00 - A | A

POLÍCIA / PETISCOS CONTAMINADOS

Polícia Civil indicia quatro por substância tóxica que pode ter matado cães

Polícia constatou que a empresa usou monoetilenoglicol – não recomendável para consumo humano e animal – em vez do propilenoglicol, usado na indústria alimentícia.

Reprodução/TV Globo

Petiscos da Bassar foram contaminados por monoetilenoglicol no momento da produção

Petiscos da Bassar foram contaminados por monoetilenoglicol no momento da produção

ALEX ARAÚJO
DO G1 MINAS



Quatro representantes da Tecnoclean – responsáveis legais e técnicos – foram indiciados pela Polícia Civil por falsificação na produção de petiscos que mataram 14 cães em Minas Gerais.

A delegada Danúbia Quadros disse em entrevista, nesta segunda-feira (5), em Belo Horizonte, que o crime é considerado hediondo e a empressa assumiu o risco.

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“Independemente se é uma prática comum nesse mercado, a Polícia Civil entende que a empresa assumiu o risco do resultado, quando possivelmente trocou os rótulos", disse.

A delegada ainda destacou a incorreção na colocação dos rótulos nos produtos. "A incorreta identificação dos rótulos gerou a entrega desse barril de monoetilenoglicol, que chegou na fabricante do petisco e que chegou ao consumidor final: os animais. Por isso que em alguns lotes foi detectada a presença de monoetilenoglicol. Por isso, nessa incorreta identificação de rótulos. Então a conclusão da investigação da Polícia Civil é nesse sentido: chegou ao consumidor final um produto alimentício que poderia ter sido vendido apenas para o ramo industrial". Leia mais em G1 Minas Gerais

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