DA REDAÇÃO
Uma mulher, ainda não identificada, foi encontrada morta dentro de casa no bairro Santa Laura, em Cuiabá, na manhã desta sexta-feira (3).
A cena do crime demonstra que a vítima foi assassinada com requintes de crueldade. De acordo com a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a mulher apresentava diversos hematomas no corpo, estava com os membros amarrados com pedaços de tecido, além de estar enrolada em um cobertor dentro de um cômodo com diversos preservativos, bebidas alcóolicas e sinais de consumo de drogas.
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Vizinhos informaram ter ouvidos gritos de mulher durante a madrugada e que o agressor colocou uma música muito alta para abafar o som dos pedidos de socorro da vítima.
O corpo foi encontrado por um tio do proprietário da casa, apontado como principal suspeito de ter cometido o assassinato. O tio foi até o local pois iria levar o sobrinho até o trabalho, porém, encontrou o cadáver e acionou a Polícia Militar.
De acordo com a PM, o som ainda estava ligado quando os oficiais chegara na casa. A mulher não possuía nenhum documento de identificação e não foi reconhecida por nenhum morador da região.
O corpo foi recolhido e encaminhado para Instituto Médico Legal (IML) da Capital, onde passa por exames de necropsia. O resultado do exame deve apontar se a mulher foi vítima de violência sexual.
As investigações incluem, ainda, análise de esperma encontrado em um preservativo que estava no local do fato. A polícia agora segue em busca do proprietário da casa onde o assassinato aconteceu.
Os exames e a perícia irão indicar se a mulher morreu por asfixia, devido a um fio que estava amarrado em seu pescoço, ou devido as agressões sofridas, frente aos hematomas analisados no corpo da vítima.
Morta em presídio
Ainda na manhã desta sexta-feira (3), a presidiária Paula Ferreira, 21, foi encontrada morta em uma cela da penitenciária feminina Ana Maria do Couto May, no bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá.
De acordo com informações da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), os indícios são de que a detenta teria usado o próprio uniforme para se enforcar.
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